Escolas de samba de SP contabilizam prejuízos

Às vésperas do Carnaval, enchentes causadas pelas fortes chuvas atingiram pelo menos 5 escolas de samba de São Paulo

A enchente no barracão da Pérola Negra, do Grupo Especial, atingiu fantasias e carros alegóricos

A enchente no barracão da Pérola Negra, do Grupo Especial, atingiu fantasias e carros alegóricos | RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/FOLHAPRESS

As escolas de samba Pérola Negra e Rosas de Ouro, do Grupo Especial, e Unidos do Peruche, TUP e Império Lapeano, do Grupo de Acesso, contabilizam os prejuízos após as fortes chuvas atingirem suas quadras e seus barracões no domingo (9) e segunda-feira (10).

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Os desfiles do Grupo Especial do Carnaval paulista ocorrem nos dias 21 e 22 de fevereiro. Já os desfiles do Grupo de Acesso estão marcados para os dias 23 e 24 deste mês.

A presidente da Pérola Negra, Sheila Mônaco, disse, em entrevista à “TV Globo”, que os prejuízos ainda estão sendo calculados. “Com a chuva constante na cidade de São Paulo e o nível da água ainda alto, não conseguimos avaliar as perdas em nossas fantasias e alegorias”.

No barracão da escola da Vila Madalena estava a maior parte das fantasias que a escola iria usar este ano no Anhembi, além de dois carros alegóricos. Muita coisa se perdeu e até um carro alegórico foi atingido pela enchente. Houve gente que não conseguiu sair do local por causa da enchente. Ninguém se machucou.

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Ruas ao redor da escola Rosas de Ouro, na zona norte, ficaram alagadas e entrou água na quadra e no barracão. Segundo a agremiação, não houve prejuízo.

A bilheteria dos desfiles das escolas de samba na Capital, na avenida Olavo Fontoura, na zona norte, não abriu nesta terça-feira por causa da chuva. Segundo a Liga das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP), a venda de ingressos pela internet ocorreu normalmente.