Caro(a) Leitor(a), estamos acostumados a ouvir que planejamento financeiro está muito mais ligado ao dia dia de empresas do que de pessoas físicas.
Isto se faz mais visível por meio de planos de negócios e planilhas de fluxos de caixa, onde se apontam as entradas e saídas de recursos, bem como definição de metas de curto, médio e longo prazo, sempre buscando manter as finanças em ordem, além de crescimento financeiro sustentável.
Meu objetivo na coluna desta semana é mostrar que nós, pessoas físicas, bem como nossas famílias, também funcionamos como uma empresa quando o assunto é dinheiro.
Afinal, mensalmente, temos entradas de recursos, pagamentos e despesas, além de nossos objetivos (metas) de curto, médio e longo prazo, buscando crescimento financeiro, que necessitam ser observados e controlados.
Ora, então por que mais de 70% dos brasileiros não possuem um planejamento financeiro?
Eu respondo: Porque não nos ensinaram uma matéria chamada educação financeira, ou seja, nunca ninguém, leia-se, nossos governantes, se preocuparam em ensinar conceitos, funcionamento do mercado financeiro e principalmente a importância de poupar e organizar gastos e despesas.
Apenas como informação, o Brasil, em relação aos Estados Unidos, está atrasado em mais de 30 anos quando o assunto é planejamento financeiro pessoal e familiar.
Na terra do Tio Sam, a presença de um planejador financeiro familiar é tão clara e necessária quanto à figura de um médico de família.
Portanto, planejar-se financeiramente é fundamental para direcionar e significar suas decisões, permitindo uma visão ampla e antecipada dos movimentos financeiros de sua vida, bem como criar disciplinas necessárias para atingir os objetivos (metas) propostos.
Conseguiu visualizar como o planejamento financeiro está diretamente ligado às finanças pessoais e familiares, não se limitando apenas às empresas?
Boa sorte!
