Calma, não estou fazendo qualquer previsão de futuro sobre as eleições 2026.
Mas, para não fugirmos do tema do momento, vale lembrar que assombrações e política andam juntos!
O Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, é morada de um fantasma que aterrorizou muitos governadores, inclusive, para muita gente, levou de arrasta 4 deles, que perderam a vida na antiga sede do Governo Mineiro.
Ainda, na Câmara dos Deputados, entre “encontros” e fenômenos poltergeist, dizem que o símbolo maior da Constituição de 1988, o Dr. Ulisses Guimarães, aparece por lá para tentar pôr ordem na casa.
Em Campinas, a solenidade de outorga do título de cidadão campineiro ao maior líder espírita do Brasil transformou uma seção da Câmara dos Vereadores da cidade em uma seção espírita.
Mas, voltando à realidade paulistana, gostaria de trazer uma história muito curiosa sobre a Câmara dos Vereadores de São Paulo, que tem sua primeira sede pertinho do Pátio do Colégio, em 1575, mas que, séculos depois, tem seu expediente no Palácio Anchieta, desde 1969.
Além das atividades legislativas da maior cidade do país, a Câmara tem curiosíssimas histórias sobrenaturais.
Espíritos já foram flagrados no elevador, uma noiva fantasma correu, ou melhor, flutuou atrás de um policial, e até uma assombração apaixonada por leitura já foi abordada na biblioteca. Mas, sem dúvida, a história mais curiosa foi vivida, ou mais ou menos isso, pelo vereador Faria Lima e reportada ao histórico repórter Goulart de Andrade.
Segundo o depoimento, o vereador estava instalando computadores em seu gabinete no alto da noite, na companhia de outra pessoa.
Ele começou a escutar barulhos no corredor, como se muitas pessoas estivessem passando por ele, inclusive arrastando móveis.
O legislador tentou abrir a porta para ver o que era, mas sentiu algo bloqueando sua ação.
O medo lhe arrebatou, fazendo com que o vereador ligasse na portaria e pedisse ao policial que fazia a guarda do acesso à Câmara que fosse até seu gabinete para socorrê-los.
O policial abriu a porta como se nada tivesse acontecido ou estivesse acontecendo no andar, que se apresentava completamente vazio.
O susto tremendo não ficou impune. O vereador protocolou um pedido de intervenção espiritual na Câmara, o qual, acreditem, foi deferido pelo presidente da Casa do povo paulistano, que, por sua vez, convocou a Federação Espírita do Brasil para uma auditoria sobrenatural, que encontrou, vejam vocês, algumas almas penadas no local.
Calma, não estou fazendo qualquer previsão de futuro sobre as eleições 2026.
Mas, para não fugirmos do tema do momento, vale lembrar que assombrações e política andam juntos!
O Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, é morada de um fantasma que aterrorizou muitos governadores, inclusive, para muita gente, levou de arrasta 4 deles, que perderam a vida na antiga sede do Governo Mineiro.
Ainda, na Câmara dos Deputados, entre “encontros” e fenômenos poltergeist, dizem que o símbolo maior da Constituição de 1988, o Dr. Ulisses Guimarães, aparece por lá para tentar pôr ordem na casa.
Em Campinas, a solenidade de outorga do título de cidadão campineiro ao maior líder espírita do Brasil transformou uma seção da Câmara dos Vereadores da cidade em uma seção espírita.
Mas, voltando à realidade paulistana, gostaria de trazer uma história muito curiosa sobre a Câmara dos Vereadores de São Paulo, que tem sua primeira sede pertinho do Pátio do Colégio, em 1575, mas que, séculos depois, tem seu expediente no Palácio Anchieta, desde 1969.
Além das atividades legislativas da maior cidade do país, a Câmara tem curiosíssimas histórias sobrenaturais.
Espíritos já foram flagrados no elevador, uma noiva fantasma correu, ou melhor, flutuou atrás de um policial, e até uma assombração apaixonada por leitura já foi abordada na biblioteca. Mas, sem dúvida, a história mais curiosa foi vivida, ou mais ou menos isso, pelo vereador Faria Lima e reportada ao histórico repórter Goulart de Andrade.
Segundo o depoimento, o vereador estava instalando computadores em seu gabinete no alto da noite, na companhia de outra pessoa.
Ele começou a escutar barulhos no corredor, como se muitas pessoas estivessem passando por ele, inclusive arrastando móveis.
O legislador tentou abrir a porta para ver o que era, mas sentiu algo bloqueando sua ação.
O medo lhe arrebatou, fazendo com que o vereador ligasse na portaria e pedisse ao policial que fazia a guarda do acesso à Câmara que fosse até seu gabinete para socorrê-los.
O policial abriu a porta como se nada tivesse acontecido ou estivesse acontecendo no andar, que se apresentava completamente vazio.
O susto tremendo não ficou impune. O vereador protocolou um pedido de intervenção espiritual na Câmara, o qual, acreditem, foi deferido pelo presidente da Casa do povo paulistano, que, por sua vez, convocou a Federação Espírita do Brasil para uma auditoria sobrenatural, que encontrou, vejam vocês, algumas almas penadas no local.
