Para as eleições gerais de 2018, 33.040.411 eleitores estarão aptos a votar no estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do País. Os dados foram divulgados nesta quartafeira pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O eleitorado paulista representa 22,4% do total brasileiro, que é de 147.302.354 eleitores. No universo de pessoas aptas em São Paulo, as mulheres representam a maioria, somando 52,8%, e os homens, 47,2%. Em relação ao nome social, uma das novidades destas eleições, 1.805 optaram por mudar o nome que aparecerá no caderno de votação.
Quanto à idade, 41% dos eleitores têm entre 25 e 44 anos e, em relação ao grau de instrução, metade do eleitorado tem ensino médio completo (26,43%) e ensino fundamental incompleto (23,79%).
No time de eleitores com voto facultativo, os jovens com 16 e 17 anos equivalem a 0,5% do total, ou seja, 172.308. As pessoas com mais de 70 anos totalizam 8,9% (2.959.069) e os analfabetos, 2,41% (795.434). Os eleitores que declararam ter deficiência somam 1%, o que corresponde a 351.553.
Os três maiores eleitorados do Estado são a Capital, com 9.052.724 eleitores, Campinas (849.127) e Guarulhos (814.342). Em contrapartida, o município com menor eleitorado é Borá (1.123), na região de Marília.
PDT procura França
O presidente do PDT, Carlos Lupi, vai apresentar três nomes do partido para o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), escolher para sua chapa à reeleição. As sugestões apresentadas devem ser o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto, e dois ex-prefeitos da região metropolitana de São Paulo: Jorge Lapas (Osasco) e Marcelo Candido (Suzano).
“Estamos apresentando três nomes para compor a chapa com Márcio França: o Neto, presidente da CSB, o Lapas, ex-prefeito de Osasco, e o Marcelo, ex-prefeito de Suzano. Cada um tem uma característica expressiva. Esses três nomes vão ser colocados, vou conversar”, disse Lupi. O presidente do PDT embarcou de Brasília para São Paulo no início da noite da última terçafeira, justamente para tratar do assunto.
O PDT, partido de Ciro Gomes, decidiu apoiar França na semana passada. A legenda de Ciro tenta fechar um acordo com o PSB no plano federal, mas este está dividido e trabalha também com hipóteses como a da neutralidade na campanha presidencial, apoio a um candidato do PT e até ressuscitar a tese de candidatura própria.
O partido de Ciro formalizou apoio a França em São Paulo sem que, até agora, exista um aceno concreto do PSB sobre uma aliança nacional entre as duas legendas. França fez uma rápida aparição na convenção do PDT-SP, na Alesp. Além de Ciro, o governador está coligado no Estado a siglas dos presidenciáveis Paulo Rabello de Castro (PSC) e Alvaro Dias (Podemos).
*Matéria com colaboração do Estadão Conteúdo