A licitação de varrição de rua sairá do papel em São Paulo. Desde o ano passado, o serviço funciona por contrato emergencial. A licitação já havia sido suspensa duas vezes pelo Tribunal de Contas do Município (TCM).
Há 19 empresas interessadas em participar da concorrência pública. A abertura dos envelopes ocorreu na tarde desta segunda-feira (12).
Na última suspensão, em maio, o TCM indicou 19 irregularidades, como estar escrito que a contratada tivesse uma vasta experiência em varrição. Na visão do TCM, isso favoreceria as atuais empresas.
No novo edital, a cidade foi dividida em seis lotes. Cada empresa terá a responsabilidade de cuidar de um deles. A administração municipal vai pagar o valor máximo mensal de R$ 80 milhões.