Governo de São Paulo distribui autotestes de HIV na semana da Parada LGBT

Serão disponibilizados 1.500 exames no vão-livre do Masp. Também serão distribuídos no local mais 1.500 testes rápidos de HIV (com uso de saliva), 28 mil preservativos e 15 mil sachês de gel lubrificante Por Folhapress De São Paulo

Quem passar pelo vão-livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), no centro da capital paulista, entre esta segunda-feira (17) e terça (18) poderá fazer autotestes de HIV. Serão disponibilizados 1.500 exames.

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Também serão distribuídos no local mais 1.500 testes rápidos de HIV (com uso de saliva), 28 mil preservativos e 15 mil sachês de gel lubrificante.

A ação é uma iniciativa da gestão Doria (PSDB) que integra a semana da 23ª Parada LGBT, evento marcado para este domingo (23).

O autoteste é uma alternativa de diagnóstico precoce da aids que funciona de modo similar aos testes rápidos, com o diferencial de poder ser feito pela própria pessoa.

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“O teste rápido [feito sob coordenação de uma equipe médica] detecta anticorpos no fluído oral e o resultado é obtido em 30 minutos. É simples, rápido e indolor, realizado com privacidade e sigilo”, diz Artur Kalichman, coordenador do Programa DST/AIDS de São Paulo.

Os testes são confiáveis, mas não têm caráter diagnóstico. Portanto, se o resultado for positivo, é fundamental procurar um serviço de saúde para confirmação com exames complementares.

Na quinta (20) também serão distribuídos mais 1.000 autotestes, 14 mil preservativos masculinos, 1.000 preservativos femininos e 12 mil sachês de gel lubrificante na praça da República (centro) durante a realização da 19ª edição da Feira Cultural LGBT. As equipes da secretaria de saúde do governo paulista estarão no local das 10h às 17h.

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Segundo a gestão Doria, os testes de HIV estão disponíveis no SUS paulista durante o ano todo.

PARADA LGBT

A 23ª Parada LGBT acontecerá neste domingo na avenida Paulista. O tema desta edição joga luz aos 50 anos da revolta de Stonewall, que aconteceu em 28 de junho de 1969.

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Naquele dia, um grupo de LGBTs promoveu uma série de manifestações contra as agressões que sofreram no bar, o Stonewall Inn, de Nova Iorque.

Foram três dias de resistência e enfrentamentos com a polícia. O caso ganhou o mundo e foi emblemático porque, naquela época, ter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo era ilegal em todos os estados americanos.