Como fica o tempo em SP hoje (14)? Veja previsão de chuva, temperaturas e entenda os números

Capital paulista deve ter máxima de 25°C, pancadas de chuva ao longo do dia e instabilidade à noite; Defesa Civil alerta para risco de temporais em diferentes regiões do estado

A instabilidade deve continuar na capital paulista nos próximos dias/ Foto: Stock Image

A cidade de São Paulo deve ter uma quarta-feira (14) de tempo instável, com períodos de sol entre nuvens e possibilidade de chuva durante o dia e à noite. Segundo a previsão da Defesa Civil do Estado de São Paulo, os termômetros devem variar entre 17°C e 25°C, com previsão de 40 milímetros de precipitação dividida em chuvas rápidas.

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O cenário também é de atenção para outras regiões paulistas. A Defesa Civil prevê chuvas generalizadas, de intensidade moderada a forte, com possibilidade de temporais, raios, rajadas de vento e queda pontual de granizo. A persistência das instabilidades e a saturação do solo aumentam o risco de alagamentos, enxurradas e elevação dos níveis de rios e córregos.

Na capital, a tendência é de manhã com maior presença de nuvens e chuva isolada, seguida de pancadas mais intensas durante a tarde. À noite, a instabilidade deve continuar.

Qual é a temperatura em São Paulo hoje?

A previsão para esta quarta-feira indica mínima de 17°C e máxima de 25°, o que significa que o dia deve começar com temperaturas mais amenas e ficar mais quente durante os períodos de abertura de sol, como já é de costume na capital.

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A temperatura máxima não representa necessariamente o calor sentido durante todo o dia. A presença de nuvens, a ocorrência de chuva e a circulação dos ventos podem alterar a sensação térmica ao longo das horas. Por isso, vista-se em camadas, com agasalhos durante a manhã com camisetas por baixo.

Vai chover hoje em São Paulo?

A Defesa Civil prevê chuva rápida durante o dia e à noite, com acumulado estimado de 40 milímetros para a capital paulista.

Mas o que significa esse número? A precipitação é a água que cai da atmosfera em forma de chuva, neve ou granizo. Na previsão meteorológica brasileira, ela costuma ser medida em milímetros (mm), unidade que representa a quantidade de água acumulada sobre uma superfície.

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Na prática, 1 milímetro de chuva equivale a aproximadamente 1 litro de água por metro quadrado. Portanto, 40 mm correspondem a cerca de 40 litros de água acumulados em cada metro quadrado, caso esse volume se distribua uniformemente.

Isso não significa que todos os bairros receberão exatamente a mesma quantidade de chuva. Os volumes podem variar conforme a localização, a duração e a intensidade das pancadas.

Também é importante diferenciar o acumulado de chuva da intensidade da precipitação. Uma chuva de 40 mm distribuída ao longo de muitas horas tem características diferentes de um volume semelhante concentrado em um intervalo curto. Quanto mais intensa a chuva, menor pode ser o tempo disponível para a água escoar, aumentando o risco de alagamentos.

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O que é umidade relativa do ar e como ela influencia o tempo?

A umidade relativa do ar indica quanto vapor de água existe na atmosfera em comparação com a quantidade máxima que o ar poderia conter naquela temperatura.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo, a umidade relativa na capital deve oscilar entre 60% e 95% nesta quarta-feira.

Quando a umidade relativa está elevada, o ar contém uma proporção maior de vapor de água em relação à sua capacidade naquele momento. Esse cenário pode favorecer a formação de nuvens e estar associado a condições propícias à chuva, embora a umidade, isoladamente, não determine se vai chover.

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A umidade também influencia a sensação térmica. Em ambientes quentes, por exemplo, o suor evapora com mais dificuldade quando o ar está muito úmido, o que pode dificultar a perda de calor pelo corpo.

Vale lembrar que umidade relativa e quantidade de chuva são medidas diferentes: uma indica a relação entre o vapor de água presente no ar e sua capacidade, enquanto a outra mede o volume de precipitação acumulado.

Por que a chuva pode causar alagamentos?

O risco de alagamentos não depende apenas da quantidade de chuva prevista para um dia. Também entram nessa conta a intensidade da precipitação, as condições do solo, a capacidade dos sistemas de drenagem e o volume de água que já se acumulou na região.

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Segundo a Defesa Civil estadual, a sequência de dias chuvosos deixa o solo mais saturado, ou seja, com menos capacidade de absorver água adicional. Nessas condições, uma nova pancada pode aumentar o escoamento superficial, favorecer enxurradas e elevar o nível de rios e córregos.

Em áreas urbanas, o excesso de asfalto e concreto também dificulta a infiltração da água no solo. Quando o volume que chega às ruas supera a capacidade de escoamento, podem ocorrer pontos de alagamento.

Por isso, mesmo uma previsão que indique chuva intermitente exige atenção quando há possibilidade de pancadas fortes. A instabilidade deve continuar na capital paulista nos próximos dias. Conforme a previsão da Defesa Civil, a quinta-feira (15) deve ser chuvosa durante o dia e à noite, com temperaturas entre 16°C e 23°C e acumulado previsto de 60 mm.