Empresas, gestores ambientais e consultores brasileiro têm acesso a um curso que conecta a teoria do mercado de carbono à negociação real com o mercado europeu. Desenvolvido pelo Instituto Amazônia Livre (IAL), o programa “Crédito de Carbono: da teoria ao mercado real” é oferecido na plataforma creditodecarbonoinfo.com.br.
O conteúdo ensina a estruturar projetos florestais evitando as falhas que geram “créditos irreais” – como as apontadas formalmente pelo IAL em projeto da Petrobras, amplamente divulgado.
O IAL é reconhecido por sua atuação técnica junto ao Inmetro e por analisar criticamente projetos internacionais de carbono.
De quem aprendeu com os erros
Enquanto o mercado voluntário de carbono enfrenta desconfiança – em dezembro de 2023, foi revelado que um projeto de carbono da Petrobras apresentou desmatamento crescente e possíveis “créditos irreais” –, o Instituto Amazônia Livre mostrou na prática como evitar essas armadilhas.
Em análise técnica, os diretores Rodrigo Lima e Antônio José Fernandes apontaram que o projeto usava índices de desmatamento genéricos do “arco do desmatamento”, não da região real da área, inflando a linha de base e gerando compensações sem lastro ecológico
Agora, esse mesmo conhecimento crítico é transformado em curso. O aluno aprende a diferenciar um projeto sólido de uma operação frágil, utilizando a mesma metodologia que o IAL leva à cooperação técnica com o Inmetro.
Em 2024, as duas instituições firmaram acordo de cooperação, e o Inmetro já formou sua primeira turma em “Fundamentos de Serviços Ambientais e Mercado de Carbono” com instrutores do IAL.
Experiência internacional e negociação real
O curso não para na teoria regulatória. O IAL mantém relações diretas com o mercado europeu – recentemente, sua diretoria foi recebida pela embaixadora do Reino da Dinamarca no Brasil, Eva Bisgaard Pedersen, em Brasília, para discutir conservação da Amazônia e créditos de carbono.
Com mais de 28 anos de experiência em campo na Amazônia, atuação em mais de 200 comunidades tradicionais e gestão de projetos REDD+ reais (como o Projeto Trocano Araretama), o IAL participou do desenvolvimento de uma metodologia própria para os biomas brasileiros – da Amazônia ao Cerrado.
O curso de seis módulos (Fundamentos, PSA, REDD+, Validação/Verificação, Mercado Internacional e Marco Regulatório) entrega ao aluno, em até 45 dias, clareza para tomar decisões estratégicas: desde a concepção de um projeto até a negociação de créditos.
Destinado a profissionais de empresas com metas de emissão, engenheiros ambientais, consultores de políticas públicas e ONGs, o curso tem investimento único, com acesso imediato, e-book, comunidade de profissionais e certificado do Instituto Amazônia Livre. As aulas são online, gravadas, com atualizações inclusas e garantia incondicional de 45 dias.
Organização sediada em Manaus com 28 anos de atuação na conservação da Amazônia, o IAL combina ciência, vivência comunitária e crítica fundamentada a práticas falhas do mercado de carbono. Possui instrutores habilitados pelo Inmetro e referência técnica em processos de acreditação, validação e verificação de projetos florestais.
Serviço
“Crédito de Carbono: da teoria ao mercado real” do Instituto Amazônia Livre.
– Metodologia exclusiva para biomas brasileiros, baseada em 28 anos de experiência com o mercado de carbono na Amazônia (200+ comunidades).
– Cooperação técnica com Inmetro
– Instituto forma servidores do Inmetro na área.
– Acesso direto a práticas de negociação com o mercado europeu. – Análise crítica de projetos que falharam (caso Petrobras), ensinando o aluno a evitar “créditos irreais”.
– Formato: 100% online, 6 módulos, certificado, comunidade de profissionais.
– Público: Todas as regiões brasileiras, profissionais de empresas, consultores, gestores ambientais, engenheiros ambientais, advogados, gestores públicos, estudantes, etc.
– Resultado prometido: Em 45 dias, o aluno sabe onde e como atuar no mercado de carbono com segurança. Além disso, as parcerias firmadas com grupos europeus desde 2009 demonstram sua confiabilidade na atuação e ética institucional. Essa ponte com a Europa permite ao curso ensinar precificação, due diligence de compradores globais e as exigências de padrões como NFS, VCS e Gold Standard que o mercado brasileiro precisa dominar para internacionalizar seus projetos.
