O empresário Oscar Maroni, dono do Bahamas Hotel Club, morreu nesta quarta-feira (31/12) aos 74 anos.
A família do dono da casa de entretenimento adulto de Moema, em São Paulo, afirmou em nota que Maroni “viveu intensamente e foi fiel às suas convicções e à sua liberdade”. Não há informações sobre a causa da morte.
Em 2024, o empresário foi internado em uma casa de repouso em São Paulo. Seus filhos entraram com um pedido de curatela, para administração do patrimônio do pai.
Polêmicas
Durante sua vida, Maroni foi alvo de processos relacionados ao funcionamento do Bahamas Hotel Club.
A casa noturna era conhecida por se frequentada por garotas de programa e, ao longo dos anos, o estabelecimento foi acusado como um local de exploração da prostituição.
Em 2007, Oscar Maroni foi preso por determinação da Justiça, mas solto um mês depois. Em 2011, o empresário foi condenado a 11 anos de prisão, mas não foi ao “xadrez”. Dois anos depois, ele foi inocentado pelo Tribunal de Justiça.
“Eu não sou bandido, marginal ou cafetão. O Bahamas é um bar frequentado por homens, mulheres e casais. O sabor da justiça é maravilhoso”, disse Maroni em 2013, segundo informações do g1.
