Fornecedor de facção que usava Porto de Santos para traficar é preso

A rota da droga passava por depósitos em São Paulo, antes de ser encaminhada por navios para a África e Europa. O acordo entre o 'Traficante Invisível', alcunha de Jiménez, e o grupo de criminosos brasileiro começou em 2011

O acordo entre o 'Traficante Invisível', alcunha de Jiménez, e o grupo de criminosos brasileiro começou em 2011

O acordo entre o 'Traficante Invisível', alcunha de Jiménez, e o grupo de criminosos brasileiro começou em 2011 | Polícia Nacional da Colômbia

Suspeito de ser o principal fornecedor de cocaína a uma facção criminosa paulista, Hugo Orlando Sánchez Jiménez foi preso em Medellín, na Colômbia, no último domingo (20). Conhecido como Romário, ele é considerado o líder e o coordenador de um esquema de produção de grandes quantidades de entorpecentes na Bolívia, Peru e Colômbia.

A Polícia Nacional da Colômbia confirmou que ele foi detido.

A rota da droga passava por depósitos em São Paulo, antes de ser encaminhada por navios para a África e Europa. O acordo entre o ‘Traficante Invisível’, alcunha de Jiménez, e o grupo de criminosos brasileiro começou em 2011. 

Dentro do planejamento dos criminosos, o Porto de Santos era uma das rotas usadas para o escoamento de drogas. As autoridades locais confirmaram que a operação utilizou técnicas de rastreamento e análise de novas práticas do narcotráfico.