Greve em gigante aérea cancela voos e causa caos em aeroportos nesta semana

Movimento, liderado pelo sindicato Vereinigung Cockpit, tem duração de 48 horas e atinge diferentes braços do grupo

Nos principais hubs da companhia, como Frankfurt e Munique, o impacto é imediato, com voos suspensos e parte das viagens substituídas

Nos principais hubs da companhia, como Frankfurt e Munique, o impacto é imediato, com voos suspensos e parte das viagens substituídas | Pixabay

Apenas três dias após encerrar uma paralisação de comissários de bordo, a Lufthansa volta a enfrentar um novo apagão operacional. Desta vez, a greve de pilotos iniciada nesta segunda-feira (13/4) já provoca cancelamentos em massa e afeta diretamente passageiros em rotas europeias e domésticas na Alemanha.

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O movimento, liderado pelo sindicato Vereinigung Cockpit, tem duração de 48 horas e atinge diferentes braços do grupo, incluindo Lufthansa Cargo, CityLine e Eurowings — esta última com paralisação restrita ao primeiro dia.

Na última semana, uma pane geral no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo afetou ao menos 16 voos com origem ou destino em aeroportos do Estado.

Nos principais hubs da companhia, como Frankfurt e Munique, o impacto é imediato, com voos suspensos e parte das viagens substituídas por transporte ferroviário.

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No centro do impasse estão divergências sobre salários e, sobretudo, mudanças no plano de pensão dos pilotos da subsidiária CityLine.

O sindicato acusa a empresa de falta de avanço nas negociações, enquanto a companhia classifica a greve como “desnecessária” e afirma atuar para reduzir prejuízos, com reacomodação de passageiros em voos parceiros.

Em comunicado, a Lufthansa reconhece que, apesar dos esforços, “cancelamentos são inevitáveis” e orienta clientes a verificarem o status das viagens. A empresa também destaca que companhias do grupo como Austrian Airlines, SWISS e Brussels Airlines não foram afetadas pela paralisação.