Idosa é suspeita de matar cachorro e esconder corpo embaixo da cama em Taboão da Serra

O crime aconteceu na noite do último sábado, dia 8, na rua Salvador Branco de Andrade, no Jardim São Miguel; o caso segue em investigação

O caso foi registrado no 1° DP de Taboão da Serra e segue em investigação

O caso foi registrado no 1° DP de Taboão da Serra e segue em investigação | DIVULGAÇÃO

Uma idosa de 75 anos foi detida para prestar depoimentos após ser acusada de matar um cachorro afogado em um balde e esconder o corpo embaixo da própria cama. O crime aconteceu na noite do último sábado, dia 8, na rua Salvador Branco de Andrade, no Jardim São Miguel, em Taboão da Serra. O caso foi divulgado no começo dessa semana e segue em investigação.

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Segundo o boletim, a cachorrinha Meg, uma Shih-tzu, teria fugido de casa por causa de fogos de artifícios. Os donos do animal saíram para procurá-la e foram informados que a idosa teria encontrado e levado para sua casa.

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A proprietária do animal, e seu filho, foram até a residência da suspeita, que disse que não estava com a cachorrinha. Mesmo diante da negativa, a proprietária permaneceu no local por aproximadamente 50 minutos, quando uma viatura do Samu chegou, após ser acionada pela idosa que alegou estar passando mal.

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Ao ouvir os relatos dos populares que estavam em frente à residência da mulher, profissionais do Samu chamaram a Guarda Municipal. No local os GCMs foram informados sobre as supostas ações da idosa. Os guardas entraram na residência com um dos donos da cachorrinha Meg, que a reconheceu.

A idosa relatou que pegou o animal na rua por achar que era o seu, que também teria fugido de casa. E, ainda acusou o rapaz de ter colocado a cachorra morta em sua casa para incriminá-la.

Diante dos fatos os guardas encaminharam a mulher para o 1° DP de Taboão da Serra, ela prestou depoimento e foi liberada. O corpo do animal foi enviado para a perícia para saber o que de fato aconteceu.

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O caso revoltou não só os proprietários da cachorrinha, como os vizinhos e os protetores da causa animal de Taboão da Serra e região.

“Há uma linha de investigação, porque a mulher fala que já pegou o animal morto e pessoas dizem que ela afogou ele em um balde. O corpinho foi enviado para a USP, para perícia. Mas a grande questão é que esses crimes de maus-tratos com requintes de crueldade, inclusive, só se repetem porque a lei é branda. O Congresso tem que entender que o animal é vida, que faz parte da nossa família. Quem cessar essa vida tem que ser penalizado”, relata a protetora Cynthia Gonçalves, da Patre.