Mais de 9,8 milhões de trabalhadores tiveram contrato suspenso ou jornada reduzida

Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM) vigorou por oito meses e afetou 9.849.115 trabalhadores

A Reforma Trabalhista passou a permitir a divisão das férias em até três vezes, garantindo flexibilidade ao trabalhador, desde que respeitadas as regras legais / Luis Blanco / Governo de São Paulo

Número de acordos feitos entre empresas e empregados com carteira assinada foi de 20.119.302, segundo dados do governo | /Luis Blanco/Governo do Estado de São Paulo

Mais de 9,8 milhões de trabalhadores formais tiveram redução de jornada e salário ou suspensão do contrato de trabalho no Brasil em 2020, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (28).

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O Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEM) vigorou por oito meses, afetou9.849.115 trabalhadores e, segundo o Ministério da Economia, ajudou a evitar a perda de vagas no ano passado.

O número de empregadores que aderiram ao programa foi de 1.464.517 – 53,9% das empresas tinham faturamento abaixo de R$ 4,8 milhões, e 43,4%, acima de 4,8 milhões. As empresas tiveram até 31 de dezembro para aderir ao programa.

Já o número de acordos feitos entre empresas e empregados com carteira assinada foi de 20.119.302 até dezembro.

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Os estados que mais fecharam acordos para preservação do emprego foram São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná.