Nova linha de investigação busca esclarecer caso da falsa bomba no Rodoanel

Polícia analisa câmeras e perícias para entender o que motivou o crime

Polícia não descartou nenhuma linha de investigação

Polícia não descartou nenhuma linha de investigação | Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso da carreta atravessada no meio da pista do rodoanel Mário Covas, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, na manhã de quarta-feira (12/11). A via ficou bloqueada por cerca de cinco horas.

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Havia suspeita de artefato explosivo na cabine do veículo e, por isso, equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foram acionadas.

Após uma operação intensa e cautelosa, o objeto foi confirmado pelos agentes como uma falsa bomba. Confira fotos que mostram o desenrolar do caso.

O motorista da carreta, identificado como Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, foi levado em estado de choque ao hospital.

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A polícia registrou o caso como tentativa de roubo e localização/apreensão de objeto na SIG de Taboão da Serra e, por enquanto não descartou nenhuma linha de investigação.

O que falta esclarecer sobre o caso

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) informou que o Setor de Investigações Gerais (SIG) de Taboão da Serra apura todas as circunstâncias relacionadas ao caso.

Além disso, imagens de câmeras de segurança estão sendo coletadas para análise e esclarecimento completo dos fatos. No veículo, foram realizadas a perícia e a coleta de impressões digitais.

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A vítima e as pessoas envolvidas no atendimento da ocorrência já foram ouvidas, e o caminhão foi apreendido.

O motorista Dener Laurito dos Santos, de 52 anos, que ficou amarrado à suposta bomba caseira por horas, nasceu em Ribeirão Pires.

Ele desmaiou ao ser resgatado por um agente do Esquadrão Antibomba do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

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A polícia ainda não sabe exatamente o que motivou o crime, já que a carreta estava vazia. Também não há informações sobre o motivo de terem atravessado a carreta no meio da rodovia e amarrado o motorista à suposta bomba.

O caminhão pertence à transportadora Sitrex, empresa especializada no transporte rodoviário internacional, com sede em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A empresa informou que a carreta estava vazia e retornava para a matriz após uma entrega.

A Sitrex declarou que o motorista “cumpriu adequadamente todos os procedimentos legais e de segurança”, incluindo horários de descanso e velocidade, conforme dados do sistema de monitoramento eletrônico do veículo, que inclui telemetria e rastreamento em tempo real.