Obra emergencial reabre acesso na Marginal Tietê e alivia o trânsito

Alça de acesso ficará em operação durante todo o período das obras de reparo na cratera perto da Ponte Atílio Fontana, na zona oeste de São Paulo

Alça de acesso permanecerá em operação durante todo o período das obras de reparo na cratera

Alça de acesso permanecerá em operação durante todo o período das obras de reparo na cratera | Reprodução/TV Globo

As obras da alça de acesso que liga a pista local à pista central da Marginal Tietê, na altura da Ponte Atílio Fontana, na zona oeste de São Paulo, foram concluídas neste domingo (18/5).

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Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a alça de acesso permanecerá em operação durante todo o período das obras de reparo na cratera, e a expectativa é que a estrutura ajude a desafogar o trânsito na região.

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A pista central da Marginal Tietê voltou a ser interditada no domingo (11/5) devido à reabertura de uma cratera no local. A interdição foi causada por uma sobrecarga nas redes de esgoto no sentido Castello Branco.

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Como funcionará a operação

Duas faixas temporárias foram abertas no canteiro central para permitir o acesso da pista local à pista central.

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A Sabesp também adiou a liberação de uma das faixas da pista no local da cratera que estava prometida para 14 de maio. 

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A empresa atribuiu o atraso a uma movimentação no solo, que vai exigir obras adicionais. Segundo a companhia, o prazo para o reparo completo está mantido e deve durar cerca de 30 dias.

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Para evitar futuros problemas, a Sabesp irá construir uma nova caixa de acesso ao interceptor da rede de esgoto. A antiga, que deu problema, será inutilizada.

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A obra da alça foi executada pela CCR, concessionária responsável pela Marginal, e custeada integralmente pela Sabesp.

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Histórico da cratera

A cratera reabriu no mesmo local em que já havia sido aberta em 10 de abril. Não há informações sobre acidentes envolvendo veículos devido ao buraco. 

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Ainda em 10 de abril, quando a cratera surgiu pela primeira vez, a CET bloqueou o trecho por cinco dias para que a Sabesp reparasse o dano.

No dia 22 de abril, 12 dias depois, ocorreu o rebaixamento da pista no mesmo local, o que levou a companhia a interditar o trânsito por quase 9 horas.