Passaporte português terá nova validade para imigrantes brasileiros

Novas medidas devem ter impacto na vida de brasileiros que vivem dentro e fora do país

Portugal amplia prazo de validade do passaporte

Portugal amplia prazo de validade do passaporte | Divulgação

O Passaporte Eletrônico Português (PEP) passará a ter um novo prazo de validade a partir de 2026. O governo de Portugal criou, nesta terça-feira (17), um pacote com 15 medidas para tentar reduzir a burocracia dos serviços públicos e facilitar o cotidiano da população e das empresas, incluindo a alteração da validade.

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O programa, chamado de “Mais simplificação, menos burocracia”,  deve beneficiar quem tem passaporte português, mas reside no Brasil ou em outro lugar.

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Novas medidas

Confira as medidas que influenciam no cotidiano dos brasileiros, segundo matéria da coluna Portugal Giro, do O Globo:

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  • Atribuição unificada para imigrante

Atualmente, os números de Identificação Fiscal (NIF), da Segurança Social (NISS) e de Utente (NNU), para acesso ao Sistema Nacional de Saúde, são atribuídos em locais diferentes e com possibilidade de fazer o pedido on-line.

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Agora, os três serão unificados, concedidos em um só lugar e de uma só vez.

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  • Criação de Espaços Cidadão

O governo de Portugal deve criar um serviço de atendimento integrado na rede de 893 Espaços Cidadão do país.

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Com isso, a integração no atendimento presencial será possível para quem tem autorização de residência, cidadãos da União Europeia residentes, requerentes de asilo e refugiados, para que os imigrantes possam permanecer em Portugal.

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O governo estabeleceu o último trimestre deste ano como prazo para implementar a medida.

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  • Ampliação do Passaporte

Até o momento o passaporte de Portugal vale por cinco anos e era uma reclamação constante da comunidade brasileira que vive no país.

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A extensão prevê que a validade seja de 10 anos e tem que entrar em vigor até o primeiro trimestre de 2026. Até lá, o governo promete “novas medidas de segurança que corrijam os riscos crescentes associados às tentativas de falsificação”.

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Também deve haver possibilidade da manutenção do prazo de validade de cinco anos para menores de idade

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*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita