Pressão de moradores antecipa retorno da travessia na Billings em São Paulo

Embarcação passou por manutenção obrigatória, que ocorre a cada cinco anos por recomendação da Marinha do Brasil

A partir de 2026, a capacidade da balsa João Basso será dobrada

A partir de 2026, a capacidade da balsa João Basso será dobrada | Divulgação

A Balsa João Basso voltou a fazer a travessia entre Riacho Grande e o bairro de Tatetos pela Represa Billings, nesta quarta (12/1). O retorno ocorreu dez dias antes do prazo estipulado devido às reclamações dos moradores que dependem do serviço.

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A espera para a travessia chegou a mais de três horas. A embarcação passou por uma manutenção obrigatória, que ocorre a cada cinco anos por recomendação da Marinha do Brasil.

A balsa substituta oferecida pela Empresa Metropolitana de Águas e Energia SA (Emae), empresa que opera o serviço, tinha apenas 23 lugares para veículos e 300 para passageiros, enquanto a original comporta 42 carros e 400 passageiros.

Para cumprir o prazo antecipado, a Emae operou em três turnos sem interrupção.

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Após tantas reclamações dos usuários, foi protocolado na Câmara um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) pelo vereador de São Bernardo do Campo, Netinho Rodrigues (Podemos).

A partir de 2026, a capacidade da balsa João Basso será dobrada, segundo anúncio da Prefeitura de São Bernardo do Campo.

O projeto da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo prevê a ampliação da frota para duas embarcações de 40 lugares, ambas movidas por motor elétrico para reduzir impactos ambientais.

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As melhorias incluem uma reforma no terminal de passageiros, recuperação e complemento viário, recuperação do sistema de drenagem, implantação de flutuante e rampa, entre outras, além do aumento da frequência das travessias.