Professores de São Paulo fazem paralisação nesta quinta; saiba motivo

Ato ocorre em frente ao Gabinete do Prefeito, no Viaduto do Chá, no centro da capital paulista, às 10h

Objetivo da mobilização é garantir direitos e fortalecer a luta por reajuste salarial e valorização profissional

Objetivo da mobilização é garantir direitos e fortalecer a luta por reajuste salarial e valorização profissional | Divulgação/APROFEM

O Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (Aprofem) convocou cerca de 60 mil professores e educadores para uma paralisação que ocorre nesta quinta-feira (13/3), às 10h, em São Paulo.

O ato ocorre em frente ao Gabinete do Prefeito, no Viaduto do Chá, centro da capital paulista.

O objetivo da mobilização é garantir direitos e fortalecer a luta por reajuste salarial e valorização profissional. A ideia da paralisação é pressionar o governo e mostrar a força da categoria.

Reivindicações

Confira quais são as reivindicações dos educadores:

  • Reajuste salarial linear em 12,90%;
  • Fim do confisco de 14% das aposentadorias e pensões;
  • Em defesa das carreiras da Educação;
  • Contra a reestruturação por subsídio;
  • Melhores condições de trabalho e respeito à saúde do funcionalismo.

O Sindicato representa servidores da educação e também reivindica melhores condições de trabalho e respeito à saúde dos funcionários.  

Estarão presentes na mobilização os professores Ismael Nery Palhares Junior e Margarida Prado Genofre, Presidente e Vice-Presidente da Aprofem. Outras organizações sindicais e associativas participam do movimento.

A Gazeta falou com a professora Margarida Prado Genofre, que falou sobre a importância da paralisação.

“Sofremos diariamente com os impactos da negligência do Governo Municipal, que precisa dar atenção às nossas reivindicações”, afirma.

Margarida também convocou todos os profissionais da Educação e funcionários públicos para o ato de “extrema importância”, segundo ela.