Ao longo de 2025, quase 44 mil toneladas de lixo foram removidas do Rio Pinheiros, segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) do governo de São Paulo.
Com esses números, houve um aumento de 14% na quantidade de detritos retirados em relação ao ano anterior.
O trabalho foi realizado pela SP Águas, agência responsável pelo serviço, por meio de embarcações que percorrem diariamente a extensão do canal, de 25 quilômetros.
Entre os resíduos mais comuns encontrados no rio estavam: garrafas PET, embalagens de isopor e brinquedos. Também foram encontrados objetos de grande porte, como sofás e colchões.
Custos e resultados recentes
Desde 2023, os trabalhos de limpeza do Rio Pinheiros já custaram mais de R$ 190 milhões, de acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Nesse período, o total de resíduos retirados chegou a 116.912,93 toneladas.
Em 2025, foram 43.948,48 toneladas; em 2024, o volume alcançou 38.260,06; e, em 2023, haviam sido removidas 34.704,39 toneladas.
Todos os dados podem ser conferidos no “Lixômetro”, um painel instalado no Parque Bruno Covas, próximo à Casa Conectada, na Marginal Pinheiros, com apoio da Emae.
O equipamento permite que a população acompanhe, em tempo real, o volume de resíduos retirados dos dois canais que formam o Rio Pinheiros.
Paralelamente às ações de retirada de lixo dos rios, o Estado também tem projetos voltados a novas tecnologias de tratamento do lixo, como a de geração de energia a partir dos resíduos. Caso da Unidade de Recuperação Energética (URE Barueri).
