Os últimos dias em Portugal têm sido de preocupação. Desde 22 de janeiro, uma sequência de tempestades atinge o país. Até o momento, ao menos 6 pessoas morreram e 850 mil imóveis ficaram sem energia elétrica.
A mais recente delas, a depressão (tempestade) Kristin, causou destruição principalmente na região central do país.
O fenômeno apresentou intensidade superior aos eventos anteriores, com rajadas que chegaram a 150 km/h.
Para entender os efeitos da passagem de Kristin, a Gazeta ouviu Lucas Disraeli, estudante brasileiro da Universidade de Coimbra que presenciou os impactos da tempestade na cidade.
Árvores caídas e parque alagado
Disraeli relata que não percebeu o momento mais crítico da tempestade, ocorrido entre os dias 28 e 29 de janeiro.
Ao acordar, porém, encontrou um cenário de danos no Parque Verde do Mondego, um dos maiores espaços de convivência da cidade.
“Eu não escutei nada de manhã, mas quando eu acordei, às oito e meia, eu e minha irmã vimos uma árvore caída na nossa frente. O Parque Verde estava com muitas árvores caídas do mesmo jeito”, diz.
O estudante afirma ainda que viu uma árvore dentro do rio Mondego, que corta o município e faz divisa com o parque. Segundo ele, as chuvas também provocaram alagamentos no local.
Universidade atingida
Ao chegar a um dos refeitórios da Universidade de Coimbra, Disraeli conta que encontrou a entrada do prédio danificada.
“A cantina universitária do Polo Esportivo aqui da Universidade de Coimbra, tava destruída a entrada, muita árvore caída. E é muito caos, assim, trabalho de bombeiro pra lá e pra cá, ambulância”, comenta.
Ele também relata que áreas centrais da cidade, como centros comerciais e espaços de convivência, apresentavam danos visíveis após a tempestade.
Avisos e monitoramento
Segundo autoridades locais, alertas foram emitidos antes da chegada da depressão Kristin.
O vereador com o pelouro da Proteção Civil de Coimbra, Ricardo Lino, orientou moradores a permanecerem em casa e evitarem exposição aos ventos fortes e à chuva na madrugada de 28 para 29 de janeiro.
Até o momento, não há registro de mortes no município de Coimbra.
As autoridades seguem monitorando os efeitos da sequência de tempestades, enquanto equipes atuam na remoção de árvores e na recuperação de áreas atingidas.
Avisos e monitoramento
Segundo autoridades locais, alertas foram emitidos antes da chegada da depressão Kristin.
O vereador com o pelouro da Proteção Civil de Coimbra, Ricardo Lino, orientou moradores a permanecerem em casa e evitarem exposição aos ventos fortes e à chuva na madrugada de 28 para 29 de janeiro.
Até o momento, não há registro de mortes no município de Coimbra.
As autoridades seguem monitorando os efeitos da sequência de tempestades, enquanto equipes atuam na remoção de árvores e na recuperação de áreas atingidas.
No aviso, o político pede para que a população fique em casa e se proteja dos ventos e chuva que chegariam à cidade na madrugada de 28 para 29. Até o momento, nenhuma morte foi registrada no município.
Brasil
No Brasil, o clima segue instável também. Um ciclone extratropical que se forma próximo à costa de São Paulo deixou grande parte do Brasil em estado de alerta para fortes chuvas e instabilidades no tempo desta sexta-feira (30/1).



