Valor de obra de ponte no Litoral será divulgado em novembro

Os custos da obra de recuperação da Ponte dos Barreiros, em São Vicente, sairá só após uma avaliação técnica

Uma nova perícia contratada garantiu segurança de trânsito de veículos por mais seis meses

Uma nova perícia contratada garantiu segurança de trânsito de veículos por mais seis meses | / Divulgação/PMSV

Os custos da obra de recuperação da Ponte dos Barreiros, em São Vicente, devem ser conhecidos até o mês de novembro deste ano. O secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Alexandre Baldy, informou à deputada federal Rosana Valle (PSB/SP), que aguarda diagnóstico técnico dos 26 pilares submersos que compõe a estrutura da ponte.

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A informação foi obtida durante reunião realizada na tarde de segunda-feira (9), na Capital. Baldy afirmou que está empenhado em resolver o problema e que apenas após o resultado do laudo definitivo o Estado poderá se pronunciar.

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Rosana cobrou uma solução para a ligação seca entre a área continental e a insular de São Vicente, que é utilizada por mais de 130 mil pessoas. Uma análise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), feita em janeiro deste ano, apontou a necessidade de reforço estrutural. Como a reforma não ocorreu, o Ministério Público solicitou a interdição por
segurança.

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“Ainda não sabemos quais são as condições reais e como poderemos proceder. Estamos em fase de estudo, com prazo de término em novembro”, esclarece o secretário.

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A Ponte dos Barreiros interliga área insular à área continental em São Vicente. Uma nova perícia contratada pela Prefeitura de São Vicente garantiu segurança de trânsito de veículos de pequeno porte por mais seis meses (180 dias).

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O documento assinado por um perito contratado pela municipalidade afirma que é possível manter o trânsito de carros e caminhões até dois eixos pelo próximo semestre desde que os veículos mantenham velocidade máxima de 40 km/h. Ele recomenda a instalação de lombadas eletrônicas nas margens e no centro dela.

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Ainda de acordo com o laudo, como não foi feito uma inspeção subaquática, não é possível definir as reais condições dos pilares da estrutura que ficam abaixo da linha d’água. (DL)