Venda e aluguel de imóveis despencam no litoral de São Paulo

Levantamento foi realizado com base nos dados de 118 imobiliárias da Baixada Santista

Ocorrência foi perto da avenida Presidente Castelo Branco, altura do número 15.537, no bairro Balneário Flórida

Os dados revelam que os apartamentos representaram 56% das vendas | Divulgação/Associação Comercial e Empresarial de Praia Grande

As vendas de imóveis na Baixada Santista tiveram uma queda de 34,93% em junho deste ano em comparação com o mês anterior. O levantamento é do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Já as locações registraram um declínio de 11,52%. Além disso, entre abril e maio também houve queda de vendas.

Segundo o Creci-SP, o levantamento no litoral paulista foi realizado com base nos dados de 118 imobiliárias das cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande, Bertioga, Cubatão, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe.

Perfil das vendas

Os dados revelam que os apartamentos representaram 56% das vendas, enquanto as casas ficaram com 44%.

A maioria dos imóveis vendidos teve valores médios na faixa de R$ 500 mil, com dois dormitórios e área útil de até 100 m².

Já 34% das propriedades vendidas estavam situadas na periferia, 34% nas regiões centrais e 32% em áreas nobres.

Com relação às modalidades de venda, 45,7% foram financiadas pela Caixa, 14,3% por outros bancos, 11,4% diretamente com os proprietários, 25,7% à vista, e 2,9% por consórcios.

Locações

Por sua vez, a pesquisa do Creci-SP ainda mostra que os apartamentos foram mais alugados em 56% dos casos, enquanto as casas registraram 44%. A maioria dos imóveis tem dois dormitórios, área útil de até 100 m² e aluguel entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil.

O depósito caução foi a modalidade mais usada como garantia. Em relação à localização, 49% dos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia, 27% na região central e 24% nos bairros mais nobres.