A cultura brasileira é rica em ditados populares, mas alguns se destacam pelo poder de fazer qualquer um cair na gargalhada. Sucesso no Instagram, um vídeo do criador de conteúdo, Marcus Vinicius, mostra 10 ditados populares que tiram qualquer um do sério.
Os vídeos de Marcus com ditados engraçados fazem parte da série “É aquele ditado né?”, que lista as frases e ditos populares que fazem o brasileiro se expressar de um jeito único.
Veja 10 ditados populares engraçados
- “Se corno voasse a gente não via o céu” – Pessoa que trai o parceiro (a).
- “Mais cansado que o padre da Gretchen” – Pessoa extremamente cansada.
- “Mais por fora que estepe de jipe” / “Mais por fora que cotovelo de Rocam” – Pessoa desatualizada ou sem entender o que está acontecendo.
- “Mais preguiçoso que o cara que fez a bandeira do Japão” – Referência à simplicidade e ao pouco esforço (a bandeira do Japão é o desenho de um círculo vermelho em um fundo branco).
- “Mais sem cabeça que mula de folclore” – Pessoa desorientada, confusa.
- “Mais desconfiado que cego com amante” – Pessoa extremamente desconfiada.
- “Mais inútil que buzina em avião” – Algo totalmente inútil, sem função prática.
- “Quem vive de amor é dono de motel” – Falando sobre o pragmatismo, que o amor não sustenta financeiramente.
- “Onde tem bambu, tem flecha” – Quando há os meios, há as possibilidades.
- “Vendendo o almoço para comprar a janta” – Situação de dificuldades financeiras, vivendo com o mínimo.
Esses ditados ilustram expressões populares e cômicas, com um toque de humor e regionalismo bem característicos.
Assista abaixo o vídeo em que o criador de conteúdo encena esses e outros ditados populares engraçados:
Quem é Marcus Vinicius
Conhecido na internet pela expressão “Colé Markin”, Marcus Vinicius Medeiros Coelho é um criador de conteúdo digital com foco no seu cotidiano “de quebrada”.
Formado em administração, o mineiro começou sua trajetória fazendo vídeos em 2019 e começou rapidamente a viralizar pela cidade.
Markin também dá vida ao personagem “Preto Parker” junto ao criador Thiago Souza, com esquetes sobre um homem-aranha mineiro e periférico.









