O iFood Benefícios anunciou na terça-feira (20/10) que assinou um acordo para comprar a Caju, empresa brasileira de tecnologia especializada em benefícios corporativos e gestão de pessoas. O negócio representa a maior aquisição da sua história.
O objetivo da transação é atender empresas e trabalhadores “em uma só oferta”, da gestão do Recursos Humanos ao pagamento do dia a dia, aponta o comunicado. Um ponto importante é que a aquisição ainda não foi concluída.
A operação depende das aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central. Até lá, iFood Benefícios e Caju seguem independentes, sem migração, substituição ou integração imediata.
O que muda com o anúncio
Até o momento, cartões, aplicativos, saldos, contratos, condições comerciais, canais de atendimento, parceiros e rotinas de colaboradores permanecem como estão.
“Clientes Caju não precisam migrar para o iFood Benefícios, e não existe mudança imediata a ser implementada pelas empresas. Qualquer evolução futura será estudada e comunicada com antecedência, depois das aprovações necessárias”, explica o Ifood.
União de duas potências do setor
O iFood Benefícios atende 65 mil empresas e 1,5 milhão de usuários. Sua plataforma é aceita em mais de 11 milhões de estabelecimentos físicos e em mais de 500 mil lojas no aplicativo do iFood. Já a Caju possui mais de 70 mil clientes, 1,3 milhão de usuários ativos e cartão aceito em mais de 12 milhões de estabelecimentos.
“É uma visão de ecossistema que usa tecnologia para integrar os diferentes atores, permitindo oferecer uma experiência melhor para o consumidor com preços mais acessíveis, mais opções de escolha e facilidade de uso”, afirma Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios.



