Semifinais da Copa valem prêmio milionário; campeão pode faturar mais de R$ 530 milhões

Além da chance de conquistar o título, as seleções disputam uma premiação recorde oferecida pela Fifa

Troféu da Copa do Mundo da Fifa

As quatro seleções semifinalistas já garantiram, no mínimo, US$ 81 milhões (aproximadamente R$ 415 milhões)/Divulgação

As semifinais da Copa do Mundo de 2026, disputadas entre França e Espanha e Argentina e Inglaterra, valem mais do que uma vaga na decisão do torneio.

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Além da chance de conquistar o título, as seleções disputam uma premiação recorde oferecida pela Fifa, que nesta edição distribuirá mais de US$ 650 milhões (cerca de R$ 3,3 bilhões) em bônus por desempenho.

Os confrontos das semifinais serão disputados nesta semana. França e Espanha se enfrentam nesta terça-feira (14/7), em Dallas, enquanto Argentina e Inglaterra jogam na quarta-feira (15/7), em Atlanta. Os vencedores disputarão a decisão da Copa do Mundo no próximo domingo (19/7).

Prêmios garantidos

As quatro seleções semifinalistas da Copa já garantiram, no mínimo, US$ 81 milhões (aproximadamente R$ 415 milhões) em premiação, valor destinado ao quarto colocado da competição. Mesmo a equipe que perder a semifinal e a disputa pelo terceiro lugar encerrará a campanha com essa quantia.

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Quem avançar à final assegura um prêmio ainda maior. O vice-campeão receberá US$ 87 milhões (cerca de R$ 446 milhões), resultado da soma das bonificações acumuladas ao longo da competição com a premiação destinada ao segundo lugar.

Já a seleção campeã faturará US$ 104 milhões (aproximadamente R$ 533 milhões). Desse total, US$ 50 milhões (cerca de R$ 256 milhões) correspondem ao prêmio pelo título, tornando esta a maior premiação já distribuída pela Fifa em uma Copa do Mundo.

A edição de 2026, a primeira com 48 seleções, também representa um aumento nos investimentos da entidade. Segundo o planejamento financeiro da Fifa para o ciclo entre 2023 e 2026, o orçamento da competição é de US$ 3,756 bilhões, incluindo despesas operacionais, transporte e arbitragem.

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A entidade estima arrecadar US$ 13 bilhões durante o ciclo, sendo quase US$ 9 bilhões apenas em 2026. A maior parte da receita deve vir dos direitos de transmissão, além da venda de ingressos e pacotes de hospitalidade.