Celebrado no dia 28 de agosto, o Dia Nacional do Voluntariado é uma data importante para o terceiro setor no Brasil. Sancionada em 1985, durante o período de redemocratização do país, o objetivo é reconhecer, valorizar e incentivar a cultura do engajamento social.
Em uma cidade cheia de diferentes desafios, como São Paulo, a data ganha ainda mais relevância ao destacar iniciativas que transformam realidades diariamente a partir da empatia.
O trabalho voluntário une quem deseja fazer a diferença a causas que precisam de apoio, gerando impacto em várias áreas. Para reforçar esse propósito, a Gazeta de S. Paulo selecionou três projetos para quem quer começar a fazer a diferença.
SP Invisível
A ONG enxerga pessoas em situação de rua, contando suas histórias e promovendo autonomia para que novas realidades sejam possíveis.
Com isso, contam as histórias destas pessoas para educar, conscientizar e sensibilizar a sociedade. Buscando, por meio deste trabalho, proporcionar experiências de cuidado individualizado mediante a escuta ativa e livre de julgamentos, promovendo o acolhimento e o afeto no convívio com a população de rua.
Além disso, a instituição recebe doações em dinheiro, cobertores e roupas para acolher e auxiliar a população de rua. Segundo o site oficial, já foram atendidas mais de 250 mil pessoas, 4.480 histórias contadas e 847 ações realizadas.
Hamburgada do Bem
Nascida em 2015, a organização tem o intuito de levar amor, diversão e informação para crianças em comunidades carentes. A ação acontece mensalmente em diferentes cidades de São Paulo.
Além dos eventos mensais, atua no trabalho contínuo com crianças e jovens de comunidades e conta com um instituto que fornece aulas de teatro, dança e luta em Guarulhos.
De acordo com dados fornecidos no site da ONG, já foram atendidas mais de 200 mil crianças, em 6 países, com mais de 80 mil voluntários participantes.
TETO
Desde 2006 no Brasil, a TETO é uma organização formada por jovens voluntários que implementam iniciativas de moradia e habitat em favelas precárias ao lado de moradores, fortalecendo as capacidades para desenvolver comunidades autogeridas e, assim, colaborar na superação da pobreza no país.
O engajamento acontece aos fins de semana, colaborando na construção ou mutirão, erguendo casas ao lado das próprias famílias, ou mesmo apoiando na gestão de projetos, pesquisas e escuta comunitária.
Os impactos mostrados no site da organização são de mais de 250 comunidades no Brasil, mais de 400 projetos de infraestrutura comunitária e unifamiliar e 5 mil famílias que receberam moradias mais dignas.






