O Nubank ampliou sua aposta em entretenimento gratuito no YouTube. Em parceria com a Sofa Dgtl e o Google, a fintech lançou a segunda fase do projeto “Sessão Nu: Faz valer seu lazer”, que libera filmes completos sem interrupções de anúncios na plataforma.
A proposta foge do modelo tradicional de publicidade digital. Em vez de propagandas durante o filme, o público assiste apenas a uma vinheta curta do Nubank antes de a exibição começar. Depois disso, o conteúdo roda sem pausas comerciais. Veja alguns títulos disponíveis:
O catálogo disponível já ultrapassa 100 filmes desde o início da iniciativa. A nova etapa também adicionou playlists temáticas para facilitar a navegação dos usuários.
Em entrevista ao Meio&Mensagem, Gustavo Pena, head da indústria de fintechs do Google Brasil, explicou que a primeira fase do projeto ajudou a fortalecer a percepção do Nubank como marca ligada ao acesso ao entretenimento.
Ainda segundo o executivo, a campanha gerou crescimento de 170% nesse indicador e aumento de 41% nos objetivos de marca da empresa.
Busca por filmes grátis impulsiona estratégia
O avanço do projeto acompanha um hábito já consolidado entre os brasileiros no YouTube. Termos como “filme completo dublado” estão entre os mais pesquisados da plataforma no Brasil, mostrando a demanda por opções gratuitas e legalizadas de entretenimento.
A ideia é transformar o YouTube em uma alternativa cada vez mais forte para quem quer assistir a filmes sem assinatura de streaming. O catálogo exibido na ação pertence à Sofa Dgtl, empresa especializada em distribuição digital de conteúdo audiovisual.
Segundo o Google, o YouTube já alcança mais de 80 milhões de pessoas no Brasil por meio das TVs conectadas, cenário visto como estratégico para conteúdos longos, como filmes completos.
Nubank aposta na experiência sem interrupções
A ausência de anúncios durante os filmes virou o principal diferencial da campanha. O modelo tenta oferecer uma experiência mais fluida para o usuário ao mesmo tempo em que fortalece a presença da marca de forma menos invasiva.
A estratégia também acompanha a disputa crescente entre plataformas gratuitas e serviços pagos de streaming, principalmente em um momento em que parte do público busca reduzir gastos com assinaturas mensais.







