O bilionário Elon Musk intensificou sua ofensiva contra a nova adaptação cinematográfica de “A Odisseia”, dirigida por Christopher Nolan.
O empresário declarou apoio público à ideia de investir 100 milhões de dólares (mais de 87 milhões de euros) em um filme concorrente, sugerindo o cineasta Mel Gibson para assumir a direção de um projeto “historicamente preciso”.
A movimentação ocorre após uma sequência de duras críticas de Musk à inclusão e às escolhas de elenco da superprodução de Hollywood, que vem dominando as bilheterias mundiais.
A proposta de US$ 100 milhões e o foco no rigor histórico
A ideia de uma produção rival ganhou força no X (antigo Twitter), onde um usuário sugeriu que Musk financiasse um longa com fidelidade histórica absoluta.
A proposta prevê atores, navios e armaduras autênticos, além de diálogos extraídos diretamente da obra de Homero e falados em grego homérico.
Diante do desafio, Musk respondeu de forma direta: “Estou dentro”. Embora não esteja claro se o contrato será formalizado, Mel Gibson — conhecido por épicos realistas como A Paixão de Cristo e Coração Valente — ainda não se manifestou oficialmente sobre a oferta.
Por que Elon Musk quer fazer uma nova versão de “A Odisseia”?
A insatisfação de Elon Musk começou com o anúncio do elenco escalado por Christopher Nolan.
O empresário questionou abertamente a escolha da vencedora do Oscar Lupita Nyong’o para o papel de Helena de Troia e criticou a presença de Elliot Page, acusando o diretor britânico de priorizar premiações em detrimento do rigor histórico.
Em paralelo ao aceno para Mel Gibson, o bilionário prometeu lançar ainda este ano um longa-metragem de “A Odisseia” gerado por inteligência artificial através da plataforma Grok Imagine, buscando antecipar sua visão para a epopeia grega.






