Filme com indicados ao Oscar mostra amor sob perspectiva do tempo em história de diagnóstico difícil

Após um praticamente atropelar o outro, surge uma atração imediata

Doença muda completamente a percepção de tempo dos personagens, que precisam enfrentar escolhas difíceis

Doença muda completamente a percepção de tempo dos personagens, que precisam enfrentar escolhas difíceis | Divulgação

Nos últimos anos, Florence Pugh e Andrew Garfield têm composto uma seleta lista de atores da nova geração que se destacam pela qualidade interpretativa e pelo carinho do público.

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Desde sua indicação ao Oscar, pelo papel de Amy em “Adoráveis Mulheres” (2019), Pugh participou de diversas produções de destaque, como “Oppenheimer” (2023) e “Duna” (2024).

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Já Garfield, além de indicado ao Oscar duas vezes – por “Até o último Homem” (2016) e “Tick, Tick, … Boom!” (2021) – ficou conhecido por interpretar Peter Parker nas regravações do “Homem Aranha” em 2010. Os dois talentos se encontram no filme “Todo Tempo que Temos”, lançado em janeiro de 2025 no Brasil.

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Conheça a história de “Todo Tempo que Temos”

O longa, que está disponível na Amazon Prime Video, no YouTube e na Apple TV – mediante a uma taxa adicional à assinatura – conta a história de amor de Almut (Pugh) e Tobias (Garfield). Os dois se conhecem de maneira inusitada: após um atropelar praticamente o outro, surge uma atração imediata.

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No entanto, os dois estão em momentos de vida bem diferentes, enquanto Almut é uma ambiciosa chefe de cozinha em ascensão, Tobias acabou de passar por um turbulento divórcio e busca colocar sua vida nos eixos. Porém, apesar das personalidades e visões de futuro diferentes, aos poucos os dois constroem um amor duradouro.

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De maneira não linear, o filme retrata os aspectos mais importantes da história do casal, sendo o principal deles o momento em que Almut é diagnosticada com câncer de útero.

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A doença muda completamente a percepção de tempo dos personagens, que precisam enfrentar escolhas difíceis frente a incerteza de um futuro juntos, enquanto tentam desfrutar das pequenas alegrias no presente.

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Apesar de não ser um filme inovador, “Todo Tempo que Temos” é emocionante e conquista pelo carisma dos protagonistas, que fazem o espectador se importar verdadeiramente com essa história de amor.