As críticas direcionadas a Tadeu Schmidt nas redes sociais motivaram um posicionamento público de Tiago Leifert.
Ex-apresentador do Big Brother Brasil, ele afirmou que a pressão sobre quem comanda o reality é intensa, e que viveu cenário semelhante durante os quatro anos em que esteve à frente da atração.
Em participação no programa Fofocalizando, Leifert comentou a onda de críticas recentes e saiu em defesa do colega. Para ele, o apresentador acaba se tornando alvo natural das emoções do público.
Ao recordar sua experiência no comando do reality, o jornalista destacou que os dias de dinâmica mais tensa eram também os mais turbulentos fora do ar.
“Toda vez que eu saía do ar estavam tentando pedir a minha cabeça no Twitter”, afirmou.
Segundo ele, campanhas virtuais por sua substituição se tornaram frequentes durante sua passagem pelo programa.
Leifert descreveu o ambiente digital como hostil e disse que evitava até abrir mensagens privadas.
“Eu não tinha um elogio. A internet era um massacre. Eu não podia abrir minhas DMs”, declarou.
“Hoje o tempo me absolveu”
O ex-apresentador ponderou que a percepção sobre seu trabalho mudou com o passar dos anos, mas que, enquanto estava no ar, a sensação era de constante julgamento.
“Hoje o tempo me absolveu. Que bom. Mas, enquanto eu estava vivendo aquilo lá, era um caos”, disse.
Para ele, quem apresenta o Big Brother Brasil acumula funções delicadas: conduz a narrativa, explica as regras e também arbitra conflitos.
Em um jogo marcado por disputas intensas e torcidas apaixonadas, qualquer decisão pode gerar reações extremas.
Ao defender Tadeu, Leifert reforçou que a pressão faz parte do cargo, mas reconheceu o desgaste que ela provoca.
“Eu não sou perfeito. Minha função era fazer o jogo andar”, concluiu.
