Do colchão no chão ao luxo: Paolla Oliveira abre mansão de 1.700 m² e emociona com sua história

Atriz revela detalhes da integração com a natureza e o refúgio no Rio

Conheça o lar da estrela na Barra da Tijuca, marcado por memórias afetivas, arte e espaços para receber.

Conheça o lar da estrela na Barra da Tijuca, marcado por memórias afetivas, arte e espaços para receber. | Montagem Gazeta/Reprodução/Youtube

Conheça a mansão de 1.700 m² de Paolla Oliveira no Rio de Janeiro. A atriz abre as portas de sua casa e revela detalhes da decoração, da integração com a natureza e do refúgio afetivo na Barra da Tijuca.

A artista apresenta o novo lar, pensado para privilegiar conforto e convivência. O projeto arquitetônico privilegia ambientes amplos e integrados, ideais para receber amigos e familiares com a leveza do clima carioca.

Paolla Oliveira transformou o endereço na Barra da Tijuca em um verdadeiro manifesto de bem-estar. Depois de anos de obra, ela comemora a concretização de um espaço que traduz sua trajetória e sua fase de maturidade.

Arquitetura que integra e respira o Rio

A fluidez é o que melhor define a estrutura da casa de Paolla Oliveira. Ela investiu em uma arquitetura em que sala de estar, cozinha e área gourmet se conectam, reduzindo barreiras físicas para estimular o convívio.

Essa proposta acompanha o estilo de vida litorâneo que a atriz abraçou. Embora se considere paulistana de origem, ela reconhece que o Rio de Janeiro a conquistou, o que reforçou o desejo por ambientes abertos.

A relação com a natureza é um eixo central do projeto. Uma fachada inteiramente envidraçada permite que jardim e piscina se integrem ao interior, compondo uma paisagem personalizada pela própria atriz.

Paolla faz questão de literalmente “colocar a mão na massa” no cuidado com as plantas. Para ela, o verde vai muito além da função decorativa e se torna extensão da casa, trazendo o frescor indispensável para o dia a dia no Rio.

A história renascida das cinzas

Cada item da nova mansão tem um significado especial. Entre eles, se destaca o quadro do artista Almir Reis, que retrata a Praia Vermelha e guarda uma marca física de um momento dramático na vida de Paolla.

A obra resistiu a um incêndio que atingiu a antiga casa da atriz. Trazê-la para o novo endereço representa, para ela, um recomeço simbólico após o “acidente forte” que impulsionou a decisão de reconstruir tudo.

A residência atual foi erguida no mesmo terreno de uma construção anterior, completamente demolida. Paolla decidiu partir do zero para criar espaços alinhados aos desejos e necessidades da fase em que vivem.

Em cada canto, o conforto é prioridade absoluta. A atriz escolheu pessoalmente estofados e móveis assinados, garantindo que a funcionalidade esteja a serviço dos moradores, e não o oposto, como ela gosta de reforçar.

Espaço para música e celebração

A área gourmet foi planejada para receber a “família gigante” do casal. O ambiente é versátil, com móveis modulares que podem ser reposicionados para abrir espaço para uma pista de dança em noites de festa.

Um dos setores foi carinhosamente apelidado por Paolla de “balada”. Nesse canto, a música e a animação fluem naturalmente, deixando os convidados à vontade para curtir os momentos de lazer.

Para aprimorar a experiência de receber, a casa conta com recursos de alta tecnologia:

  • Sistema de automação moderna em toda a residência.
  • Adega aberta integrada, que favorece a interação com os convidados.
  • Móveis giratórios que permitem conversar com diferentes ambientes.
  • Áreas de sombra estrategicamente distribuídas para descanso em todos os andares.

A opção por uma adega aberta foi uma escolha consciente de Paolla. Ela preferiu abrir mão de um espaço climatizado fechado para manter a conexão emocional com as pessoas enquanto seleciona e serve os vinhos.

Cantinho ecumênico e refúgio pessoal

A espiritualidade e o afeto também têm lugar garantido em um nicho especial da casa. O casal criou um cantinho ecumênico que reúne imagens de São Jorge, Nossa Senhora Aparecida, Budas e diversos cristais de proteção.

Muitos desses elementos foram presentes de amigos e fãs. De acordo com Paolla, esse espaço simboliza a gratidão e a energia que eles desejam sentir ao retornar para casa depois da rotina intensa de trabalho.

No quarto do casal, predominam simplicidade e aconchego. A atriz buscou montar um refúgio funcional, onde tudo esteja à mão, priorizando o descanso essencial para repor as energias da vida pública.

O ambiente íntimo traz ainda uma foto projetada pelo fotógrafo Eduardo Rezende, conhecido por suas intervenções artísticas em grandes prédios. A imagem adiciona um toque de modernidade e personalidade ao santuário do casal.

O valor das conquistas e da simplicidade

A mansão abriga uma estante que resume boa parte das histórias de sucesso do casal. 

Apesar do luxuoso cenário e das obras de arte minimalistas, como as de Rodrigo Sacc, a atriz preserva a humildade. Ela lembra com carinho da fase em que morava em espaços pequenos e dormia em colchões espalhados pelo chão.

Poder investir em móveis assinados e em uma estrutura de 1.700 m² é visto por Paolla como resultado de muito trabalho. Ela define a casa como um “porto seguro” onde se refaz para encarar os desafios da carreira.

O imóvel é, antes de tudo, um espaço de memórias que não se deseja descartar. Entre o contemporâneo e o artesanal, como a tapeçaria tailandesa, o lar se constrói a partir de caixas e mimos guardados ao longo dos anos.

Para os próximos capítulos, a atriz quer multiplicar as histórias em sua “casa emocional”. Ela celebra a alegria de dividir suas conquistas e de ver planos antigos se concretizando com o apoio de parceiros.

Ter uma casa bem estruturada representa a realização de um sonho para quem veio de uma realidade simples. Paolla Oliveira mostra que, no fim das contas, o cuidado em cada detalhe é o que transforma uma construção em um verdadeiro lar.