O nome da “Fazenda É o Amor”, em Araguapaz, no noroeste de Goiás, parece combinar cada vez mais com a relação de Zezé Di Camargo com os animais. Aos 64 anos, o cantor transformou parte da propriedade em um lugar de acolhimento para bichos que foram abandonados, feridos ou precisavam de uma nova chance.
A mudança começou a dar um novo significado à rotina da fazenda, que passou a receber animais resgatados pelo cantor e por sua família.
Canil passou a receber animais abandonados
Em 2024, Zezé contou ao Globo Rural que havia mudado o formato da propriedade.
“Mudei o formato do negócio, agora a fazenda é só para cria. Não mato nenhum animal. Ainda como carne, mas prefiro comprar fora do que matar lá dentro”, afirmou.
“Sou um protetor, construí um canil para abrigar cachorros que resgato. Tenho um custo mensal para salvar esses bichos”, disse.
O canil foi construído naquele ano e passou a receber cães abandonados, incluindo animais doentes ou feridos. A estrutura também começou a ser ampliada para oferecer mais espaço aos cachorros e diminuir o risco de fugas.
Cavalos e cães também ganharam um lar
Em entrevista ao g1, a influenciadora e esposa de Zezé, Graciele Lacerda, contou que o casal acolhe animais de rua há mais de uma década.
“A primeira foi a Meg, que o Zezé resgatou em Capelinha, em Minas Gerais, em 2013. A gente pega cachorros de rua, doentes… já pegamos cachorro com barriga aberta, de tudo quanto é jeito. Nós cuidamos, tratamos e eles ficam lá”, disse.
Em 2024, o casal também havia adotado quatro cachorros abandonados na mesma cidade.
Já em 2025, Zezé e Graciele Lacerda receberam cinco cavalos resgatados de um abatedouro clandestino em Anápolis, em Goiás.
Um novo morador chegou à propriedade em junho de 2026. O cachorro Gaara foi adotado após passar por quatro feiras sem encontrar uma família.
Pecuária segue na fazenda ‘É o Amor’
Ao Globo Rural, Zezé explicou que a pecuária continua na Fazenda É o Amor, mas com foco na reprodução e no melhoramento genético de gado Nelore puro.
A mudança alterou o objetivo da criação, já que os animais não são abatidos na propriedade.
Além da criação de Nelore, a fazenda também passou a investir no cultivo de soja para manter a atividade rural.






