O engenheiro de produção Mateus Nunes Sinigalli, de 26 anos, foi o primeiro a marcar três gols de pênalti e vencer o Desafio ARQ, realizado na Faria Lima. O jovem faturou US$ 10 mil (R$ 51 mil) como prêmio.
Uma das atrações do evento é o ex-goleiro Dida, campeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002. A iniciativa foi produzida pela plataforma financeira ARQ. A atividade começou na tarde desta terça-feira (9/6) na Praça da Baleia e continuará até esta quarta-feira (10/6).
Além disso, a oportunidade de cobrar um pênalti em um ícone do futebol Mundial acontece na semana de abertura da Copa do Mundo de 2026. A competição ocorrerá a partir desta quinta-feira (11/6) nos Estados Unidos, Canadá e México.
Entenda o desafio na Faria Lima
No desafio, o cobrador precisa marcar três gols de pênalti contra um goleiro profissional. Entre os candidatos a defender a meta está o próprio Dida, reconhecido como um dos maiores agarradores de penalidades do futebol mundial.
Caso o desafiante converta a primeira cobrança, realizada em condições normais, as demais incluirão obstáculos, como chute com os olhos tampados e diminuição do tamanho do gol.
Como vencer um goleiro profissional?
Perguntado sobre como derrotou o goleiro profissional escolhido para o desafio, Mateus Nunes explicou a tática usada para faturar a “bolada” de US$ 10 mil.
“Eu vi que o Dida é alto, então tinha que chutar mais rasteiro. A tática foi chutar os três fortes e rasteiros”. O ex-atleta não participou das cobranças do jovem
Depois de ser vendado, Nunes afirmou não saber como acertou a bola e nem como ela entrou. Segundo o jovem, a solução é “ver no vídeo depois”.
Por fim, o engenheiro de produção revelou o que pretende fazer com a quantia arrecadada na atividade.
“A gente vai para a Copa do Mundo. Temos alguns ingressos comprados, mas ainda faltam alguns. Vamos comprar todos e ver o Mundial (…) O resto eu vou investir na ARQ”.
Proposta do evento
A ideia do evento é tornar visíveis os obstáculos nas operações de câmbio, como spread bancário, taxas ocultas, burocracia e variações inesperadas na conversão.
“Quando o consumidor faz uma conversão internacional, ele raramente percebe quanto está perdendo ao longo do processo. A ideia foi transformar essa fricção invisível em algo tangível, competitivo e, principalmente, divertido”, afirma Leonardo Bernini, diretor-geral do ARQ no Brasil.
Outra simbologia adotada pela organização é que converter moeda com bancos tradicionais pode ser tão difícil quanto marcar um pênalti em condições adversas.
Ainda segundo Bernini, a campanha busca traduzir de forma prática um problema que afeta brasileiros que realizam operações internacionais.
“O spread bancário é um adversário invisível. Ele está presente em praticamente toda conversação internacional, mas quase nunca é percebido de forma clara. Quando colocamos isso no campo, o conceito deixa de ser abstrato e vira experiência”, destaca.
Como participar do desafio na Faria Lima
A atividade é aberta ao público e não exige inscrição prévia. Para participar, o cobrador deve ter uma conta na plataforma da ARQ com um saldo mínimo de R$ 50.
Em Brasília, a mesma ação aconteceu nos dias 5 e 6 de junho, no Pontão do Lago Sul. Na ocasião, o ex-goleiro Júlio César defendeu a meta. As partidas contaram com a narração dos jornalistas Bruno Vicari e André Pilhal, dupla conhecida pelas transmissões da ESPN.












