Nesta sexta-feira (2/1), um clube de Patrocínio Paulista estreou na Copa São Paulo de Futebol Júnior, a Copinha, e chamou a atenção pelo nome inusitado: Esporte Clube Meia Noite. Para melhorar (ou piorar), o jogo contra o Real, de Roraima, foi no estádio Galileu de Andrade Lopes, que fica ao lado do cemitério municipal da cidade do interior de São Paulo.
A instituição, que tem um galo como mascote, existe desde 1959, e hoje é uma SAF que atua exclusivamente com equipes de base, a partir do sub-11, mas que espera estrear como profissional em 2028.
O seu estádio fantasmagórico tem capacidade para 1,8 mil pessoas. Parece pequeno, mas o município a 430 quilômetros de São Paulo tem apenas 15 mil moradores. A cidade faz parte da região de Franca.
O proprietário da SAF é o empresário Edson Faleiros, que tem uma construtora em São Paulo. Ele já foi jogador do clube, que se destacou sempre por divisões amadoras.
Um dos jogadores revelados pelo Meia Noite é o atacante Vitor Bueno, com passagens por Santos, São Paulo e Athletico-PR, e que hoje está no Cerezo Osaka, do Japão.
O nome curioso
O clube ganhou o nome diferentão em 1959, quando um grupo de amigos se reuniu em um bar da cidade e, no meio dos comes e bebes, resolveu achar um nome para o clube que costumavam jogar.
Quando olharam para o relógio da torre da igreja, a ideia foi concretizada com o badalar do sino doze vezes, indicando que era meia-noite.
Copinha
O clube empatou com o Real-RR na estreia do Grupo 14 da Copinha por 0 a 0.
Ao todo, 128 equipes disputam a edição de 2026. Os times foram distribuídos em 32 grupos, com quatro clubes em cada chave, todas sediadas em municípios do estado de São Paulo.




