Combate à dengue em Porto Feliz é intensificado com operação ‘Porto sem dengue’

As ações visam a identificação e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegypti nos bairros que apresentaram um maior número de casos

Todas as ações contra a dengue estão detalhadas no Plano Estadual de Contingência das Arboviroses Urbanas

A prefeitura também reforça a importância de colaboração dos moradores no combate ao mosquito | Elias Costa/Governo do RS

A Prefeitura de Porto Feliz, por meio da Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária e Epidemiológica, segue intensificando as ações contra arboviroses no município.  

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Os agentes de saúde realizam a operação Porto Sem Dengue, para identificação e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegypti. O bloqueio está sendo feito nos bairros que apresentaram um maior número de casos confirmados da doença, servindo também para orientar os moradores sobre os riscos das doenças que ele pode transmitir. 

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A Prefeitura reforça a importância da preservação ambiental e o descarte correto do lixo para evitar o acúmulo de água parada.

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A Administração Municipal lembra ainda que é importante que os moradores não deixem de tomar medidas preventivas contra a Dengue, a Chikungunya e o Zika Vírus. 

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É importante fazer uma limpeza e verificar regularmente pontos que podem acumular água. Entre as medidas que podem ser adotadas estão esvaziar garrafas e mantê-las com a boca virada para baixo, limpar calhas, colocar areia nos pratos de vasinhos das plantas, tampar tonéis, lixeiras e caixas-d’água e colocar objetos, como pneus e lonas, abrigados da chuva.

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Os sintomas das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti podem ser confundidos com doenças mais comuns, como gripes e resfriados. Por isso, é importante estar em alerta e, em caso de sintomas, procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados.

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Sintomas 

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A infecção por dengue pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns.

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No caso da zika, cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após três a sete dias. A infecção pelo vírus zika em gestantes, no entanto, pode levar à microcefalia, uma malformação congênita, em que o cérebro do bebê não se desenvolve de maneira adequada.

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Já os principais sintomas da chikungunya são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Os sintomas iniciam entre dois e 12 dias após a picada do mosquito e cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.