Venda de espaços em feirinha do Brás tem ligação com PCC, diz polícia

Uma operação contra as atividades de organizações criminosas está sendo realizada nesta segunda-feira na região de comércio popular

Segundo o levantamento, 81% dos comércios pesquisados fazem vendas sem juros no cartão de crédito

Operação que investiga o caso reúne 48 policiais civis, seis equipes da Guarda Civil Metropolitana | Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Civil, a Guarda Civil Metropolitana e equipes da Prefeitura de São Paulo fazem na manhã desta segunda-feira (15) uma operação contra as atividades de organizações criminosas que vendem espaço na “feirinha da madrugada”, no Brás, região central de São Paulo. 

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Chamada Hades – Fase 2 pela 1ª Delegacia Seccional da polícia, a operação reúne 48 policiais civis, seis equipes da Guarda Civil Metropolitana, 24 viaturas, equipes da prefeitura e de marcas de produtos que seriam vítimas de fraudes no Brás. 

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Segundo a polícia, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão em São Paulo e em São Caetano do Sul, na região metropolitana da capital. 

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A suspeita é de intimidação e violência contra ambulantes. Os suspeitos estariam vendendo espaços divulgando a informação de que têm relações com a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). 

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O Brás e a rua 25 de Março estão entre os maiores mercados e varejistas de falsificações no Brasil e na América Latina, segundo relatório do escritório de representação comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês). 

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No início deste ano, a região de comércio popular anunciou o lançamento de um selo de certificação para as lojas que não vendem produtos piratas.