Cidade mais barata do Brasil fica no interior de SP

Além de locais com custo baixo, veja as principais estratégias para reduzir despesas

O Rio Paraíba do Sul corta diversas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais

O Rio Paraíba do Sul corta diversas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais | Reprodução YouTube | APLIK DRONE

Localizada no Vale do Paraíba, a 175 quilômetros da capital paulista, Guaratinguetá foi apontada como a cidade com o menor custo de vida do País.

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O município de 121 mil habitantes recebeu o reconhecimento em levantamento da Revista Exame, que avaliou despesas médias com moradia, alimentação, transporte e serviços conforme o portal Correio Brasiliense. 

Com altitude de 530 metros, a cidade é conhecida pelo clima ameno e pelo perfil de interior desenvolvido, mas com preços mais acessíveis em comparação a outras regiões do Estado de São Paulo. 

O título reforçou o interesse de brasileiros que buscam alternativas para reduzir gastos em meio ao cenário econômico de aperto no orçamento familiar.

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Qualidade de vida e orçamento

A eleição de Guaratinguetá como a cidade mais barata para se viver reacende o debate sobre os diferentes custos de vida no Brasil e como eles afetam a qualidade de vida da população. 

Especialistas defendem que, com planejamento financeiro e acesso a políticas públicas de apoio, é possível reduzir despesas e manter uma vida mais equilibrada em qualquer região do País.

Estratégias para reduzir despesas

Embora nem todos possam se mudar de imediato para localidades com custo mais baixo, especialistas lembram que existem alternativas para economizar em qualquer cidade. Uma delas é a adesão a programas de apoio oferecidos pelo governo federal.

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Entre os mais relevantes está a Tarifa Social de Energia Elétrica, que concede descontos de até 65% na conta de luz para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único.

Já o Farmácia Popular garante acesso gratuito a 41 medicamentos, incluindo tratamentos para hipertensão, diabetes e asma — medida que ajuda a aliviar os gastos com saúde.

Além dos programas oficiais, o planejamento doméstico é apontado como fator decisivo. Revisar assinaturas, evitar compras por impulso, comparar preços em supermercados e adotar hábitos de consumo mais conscientes de água e energia estão entre as recomendações.