O truque na comunicação que a maioria não conhece (mas funciona)

Mudanças simples na maneira de falar melhoram muito sua empatia e respeito

Essa dica ajuda principalmente no ambiente de trabalho.

Essa dica ajuda principalmente no ambiente de trabalho. | Imagem: Pexels

Os seres humanos possuem vários tipos de inteligência, e entre elas está a inteligência emocional, a capacidade de entender e gerir não só os próprios sentimentos mas também o das pessoas com quem se relaciona.

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E para desenvolver a inteligência emocional é preciso desenvolver também a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e sentir o que ele sente. Pode parecer fácil, mas manter a empatia nos diversos conflitos que a vida impõe é desafiador.

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Mas existe um truque para transmitir mais tranquilidade e acolhimento em suas conversas: a comunicação empática. Entenda melhor sobre essa maneira de conduzir conversas, talvez você já a pratique e nem saiba.

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Mais do que palavras

Quando conversamos, não são apenas as palavras que transmitem o que pensamos e sentimos. Diversos aspectos da linguagem não verbal também pesam muito na mensagem que queremos transmitir.

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Conforme explica a psicóloga Denise Milk, a comunicação empática depende também desses aspectos: “Quando alguém fala com suavidade, com escuta real e escolha cuidadosa de expressões, o outro sente que existe espaço para existir”, disse para o portal Minhavida. 

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O truque é focar na conexão com o interlocutor, e não em seu convencimento. Mesmo nas conversas mais difíceis e espinhosas.

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Comunicação empática no trabalho

Um dos ambientes onde a comunicação empática se mostra mais importante é no trabalho. O cotidiano profissional impõe estresse e conflito a todo o momento, em toda decisão, e nem sempre é fácil chegar num consenso.

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Algumas frases, se aplicadas com moderação e do jeito certo, transformam as suas relações de trabalho e tornam as atividades mais proveitosas, já que todos desempenham melhor com menor estresse. Veja alguns exemplos:

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  • “Me conta como você está vendo essa situação”
  • “Faz sentido para você o que estamos alinhando aqui?’
  • “Se eu entendi bem, o que você quis dizer foi…”
  • “Eu estou aqui para contribuir, não para te pressionar”
  • “Antes de seguirmos, quero te ouvir”

Todas elas têm em comum a intenção de aproximar o interlocutor e encorajá-lo a falar o que sente. Com o tempo, receber esses “feedbacks emocionais” se torna um costume, e você vai se tornar uma pessoa empática sem nem perceber.