‘Vasos mágicos’ feitos de milho: casal cria peças em 3D que mudam de cor e já conquistam milhares

Do porão de casa às lojas da Alemanha, dupla transforma amido de milho em vasos de design com um curioso efeito de cores

Melanie Oberpriller-Breit e Manuel Breit estão à frente da Livase, projeto que começou no porão de casa e chegou às lojas da região de Poing, na Alemanha (Foto: Reprodução/ Instagram)

Melanie Oberpriller-Breit e Manuel Breit estão à frente da Livase, projeto que começou no porão de casa e chegou às lojas da região de Poing, na Alemanha (Foto: Reprodução/ Instagram)

O que começou no porão de casa como uma ideia de pequeno negócio acabou ganhando espaço em dezenas de lojas. Em Poing, na Alemanha, um casal decidiu unir impressão 3D, design e bioplástico de amido de milho para criar vasos diferentes de tudo o que costuma aparecer na decoração.

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Melanie Oberpriller-Breit, de 40 anos, e Manuel Breit, de 41, estão à frentes da Livase, empresa que nasceu dentro da própria casa do casal. Hoje, eles já produziram alguns milhares de vasos, que podem ser encontrados em 50 lojas na região de Poing.

A ideia que começou dentro de casa

Antes de chegar às lojas, a Livase funcionava no porão da residência de Melanie e Manuel. Foi ali que o projeto começou a tomar forma.

No início, o casal contou com a ajuda de Bernhard Slawik. Depois, Melanie e Manuel passaram a conduzir o negócio por conta própria, dividindo as tarefas de acordo com as habilidades de cada um.

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Ou seja, ela cuida do marketing, e ele fica responsável pelo design e pela impressão.

Manuel, que é desenvolvedor de hardware, já trabalha com impressão 3D desde 2009 e também se dedica a estudar como transformar produtos desenvolvidos com essa tecnologia em itens que possam chegar ao consumidor. O casal também conta com o apoio do parceiro de distribuição Isidor Voth.

O material é diferente do que parece

À primeira vista, os vasos poderiam ser confundidos com peças tradicionais de plástico. Mas existe uma particularidade no material usado para produzi-los.

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As peças são feitas de bioplástico produzido a partir de amido de milho. Como o material não deve ficar diretamente exposto à água, cada vaso recebe um recipiente de vidro em seu interior. É nele que as flores podem ser colocadas.

E tem um detalhe que aparece quando o vaso gira

O que mais chama atenção, porém, está nas cores. Os vasos da Livase são produzidos em diferentes tamanhos e tonalidades.

Algumas peças utilizam o chamado efeito “flip-flop“, que faz com que a aparência da cor mude conforme o objeto é movimentado.

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Segundo Manuel, o resultado cria uma espécie de efeito de espelho, ao girar o vaso, diferentes cores aparecem. É esse detalhe que faz a peça parecer diferente dependendo do ângulo em que é observada.

De um projeto doméstico para 50 lojas

A evolução do negócio chama atenção justamente pela trajetória. A Livase saiu de um projeto desenvolvido no porão da casa do casal para uma operação que já colocou alguns milhares de vasos no mercado.

Atualmente, os produtos estão disponíveis em 50 estabelecimentos dentro e nos arredores de Poing. Os preços variam de acordo com o tamanho da peça, ficando entre 12 e 49 euros (cerca de 79 a 294 reais).

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O nome da marca também carrega um pouco da história do projeto. “Livase” foi criado a partir da ideia de “amor pelo vaso”, explicam Melanie e Manuel.

A produção continua perto de casa

Mesmo com o crescimento, o casal mantém uma característica importante da proposta inicial: produzir e vender localmente.

Os vasos podem ser encontrados em estabelecimentos de Poing, Grafing, Vaterstetten, Markt Schwaben, Pöring e Hohenlinden, na região do distrito de Ebersberg.

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Melanie e Manuel também planejam colocar outros produtos feitos com impressão 3D no mercado.