Febre do Nilo Ocidental em SP: entenda os sintomas, como ocorre a transmissão e prevenção

Após a confirmação de dois casos, em Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, a busca por compreende-la aumentou

Conheça mais sobre a Febre do Nilo Ocidental/ Foto: Tommes Frites/ Pexels

Transmitida por meio de um mosquito contaminado, a doença da Febre do Nilo Ocidental voltou a circular nos noticiários após a confirmação de dois casos no estado de São Paulo.

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Uma das mulheres, de Ribeirão Preto, esteve na região amazônica, onde pode ter contraído a doença; já a outra, de São José do Rio Preto, está internada sob cuidados médicos.

Apesar de não ser uma novidade, a Febre do Nilo Ocidental não é comum, gerando um alerta na saúde pública para a prevenção do contágio em massa. A Gazeta de S. Paulo te explica mais sobre a doença e como se proteger.

Transmissão

O vírus da Febre do Nilo Ocidental é transmitido por meio da picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex (pernilongo).

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Os hospedeiros naturais são algumas espécies de aves silvestres, que atuam como amplificadoras do vírus e como fonte de infecção.

Também pode infectar humanos, considerados hospedeiros acidentais, e terminais (não transmitem), uma vez que a contaminação do vírus se dá por curto período de tempo e em níveis insuficientes para infectar outros mosquitos, encerrando o ciclo de transmissão.

Sintomas

Segundo dados do Governo Federal, estima-se que 20% dos indivíduos infectados pelo vírus da Febre do Nilo Ocidental desenvolveram sintomas.

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Na maioria das vezes, as manifestações são leves e até mesmo não se apresentam. A forma mais leve da doença é caracterizada pelos seguintes sinais:

  • Febre aguda de início abrupto, frequentemente acompanhada de mal-estar;
  • Anorexia;
  • Náusea;
  • Vômito;
  • Dor nos olhos;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular;
  • Exantema máculo-papular;
  • Linfoadenopatia.

Tratamento

Ainda não existe vacina ou tratamento antiviral contra a Febre do Nilo Ocidental. É preconizado apenas o tratamento sintomático, com assistência ao paciente, que, hospitalizado, deve permanecer em repouso junto à reposição de líquidos, quando indicado.

Em casos mais graves, é necessária a transferência para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), com o intuito de reduzir as complicações e diminuir o risco de morte.