Especialista responde: quantos agachamentos uma pessoa de 50 anos deveria fazer sem parar?

O número de agachamentos feitos sem pausa pode indicar o envelhecimento saudável

Agachamento sem pausa é um indicador simples de força muscular e expectativa de vida na meia-idade

Agachamento sem pausa é um indicador simples de força muscular e expectativa de vida na meia-idade | Freepik

Os agachamentos são um dos exercícios mais eficazes para fortalecer pernas, glúteos e core. Mas quantos uma pessoa de 50 anos consegue fazer sem parar? Uma especialista em longevidade deu a resposta.

Um exercício funcional que melhora a mobilidade, o equilíbrio e a força muscular. Para pessoas acima dos 50, eles ajudam a prevenir quedas, fortalecem ossos e articulações e até aceleram o metabolismo.

Segundo a especialista Gitana Lapinskaitė, chefe do programa de tratamento de longevidade do sanatório Eglė, na Lituânia, o ideal é focar na qualidade do movimento, não na quantidade, comenta ela ao portal 15min, da Lituânia.

Realizar agachamentos profundos e controlados é mais eficaz do que muitos feitos de forma incorreta.

Quantos Agachamentos um Adulto de 50 Anos Consegue Fazer?

“Uma pessoa saudável de 50 anos deve ser capaz de fazer 40 agachamentos sem descanso. Este é um ótimo teste de quão fortes fisicamente somos”, acrescenta G. Lapinskaitė.

O mais importante é ouvir o corpo. Se houver dor nas articulações ou falta de ar, é sinal de que o ritmo deve ser ajustado. O objetivo não é bater recordes, mas sim melhorar a resistência e a força de forma sustentável.

A especialista reforça que, antes de começar qualquer rotina de exercícios, é importante consultar um médico, especialmente se houver problemas articulares ou cardíacos.

Saúde emocional

Gitana está convencida de que a longevidade não se trata apenas de força física, mas inclui saúde emocional também, afirmou o portal 15min. 

“A saúde física perde valor com o tempo se não houver equilíbrio emocional e sentido na vida. Solidão, estresse e falta de motivação aceleram diretamente o envelhecimento do corpo”, afirma ela.

A especialista acredita que o que determinam a longevidade é uma alimentação de qualidade, atividade física regular, sono adequado e equilíbrio emocional. Segundo ela, não depende de sorte ou de hereditariedade e sim de hábitos saudáveis diários.

“A longevidade não é uma coincidência, mas um reflexo do nosso estilo de vida. É melhor comer menos, mas com qualidade, evitar alimentos processados, estar atento aos picos de glicemia e praticar exercícios diariamente, mesmo que seja apenas uma caminhada.”

E ainda aconselha: “vá para a cama às 22h, assim o corpo tem tempo de se recuperar totalmente e a produção dos hormônios não é interrompida.  A falta de sono provoca doenças e acelera o envelhecimento.”, explica Gitana.