O sistema operacional criado pela gigante da tecnologia Google, o Chrome OS, está com seus dias contados. A tecnologia se destaca por ser leve e dedicada a aparelhos sem processadores potentes.
Com o encerramento do suporte do sistema previsto para 2034, o Google já está trabalhando em um substituto mais potente, a fim de competir com produtos já estabelecidos no mercado, como o Windows e o macOS.
Investimento do Google em sistemas
Lançado em 2009, o Chrome OS é baseado no sistema Linux. Ele foi desenvolvido exclusivamente para os Chromebooks, modelos de laptops dedicados a tarefas básicas e oferecidos a preços acessíveis no mercado.
Por meio dele, o usuário tinha acesso normal à internet, pelo Google Chrome, além de poder usar aplicativos associados à empresa, como o Gmail, Google Docs e YouTube.
O sistema operacional também evitava a instalação de softwares pesados, com o objetivo de otimizar ao máximo a potência do dispositivo.
Apesar de se destacar por sua simplicidade, essa característica acabou tornando o produto pouco atrativo para os usuários com o tempo.
O Google chegou a investir em medidas para tornar o Chrome OS algo mais versátil, possibilitando a instalação de jogos e recursos de inteligência artificial (IA), por exemplo. Mas os esforços não foram suficientemente atrativos, o que levou a empresa a descontinuar o sistema.
Substituto mais potente: conheça o Aluminium
Ao perceber a falta de força do Chrome OS no mercado, o Google começou a trabalhar em outra iniciativa para estabelecer uma presença forte no ambiente dos sistemas operacionais: o Aluminium.
Diferente de seu antecessor, o Aluminium promete ser um sistema mais potente e com maior abrangência, pois será lançado para PCs, laptops e tablets. Ele será baseado no sistema Android, integrará funções do Chrome OS e terá foco em IA.
O Google planeja realizar uma transição gradual entre os dois sistemas, com as primeiras versões de testes sendo liberadas em 2026, para um posterior lançamento formal por volta de 2028.
Com o Aluminium, a empresa busca ter mais presença no cenário dos sistemas operacionais, atualmente dominado pela Microsoft com o Windows e pela Apple com o macOS, e se consolidar como a gigante no meio da computação.



