Celular roubado: descubra quais medidas tomar para bloquear o aparelho, rastrear a localização e evitar prejuízos

Saiba como agir após a ocorrência, proteger informações pessoais e acionar recursos oficiais para aumentar as chances de recuperação

O IMEI ajuda a identificar o aparelho e pode auxiliar na recuperação após a ocorrência.

O IMEI ajuda a identificar o aparelho e pode auxiliar na recuperação após a ocorrência. Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Celular roubado exige medidas pelos canais oficiais logo após a ocorrência, seja em casa, na rua ou durante um deslocamento. O proprietário pode usar serviços digitais e registros policiais para reduzir riscos, preservar informações pessoais e fornecer dados que ajudem na identificação do aparelho.

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Registre o celular roubado e informe o IMEI

O primeiro registro deve ser o boletim de ocorrência. A comunicação pode ser feita em uma delegacia ou pelos serviços eletrônicos disponíveis no estado.

O IMEI identifica o aparelho na rede móvel. O código tem 15 dígitos e pode ser consultado na caixa do celular, na nota fiscal ou pelo comando *#06#, quando o aparelho está disponível.

A Anatel orienta que o consumidor também comunique a operadora. O pedido pode envolver a suspensão da linha e do próprio telefone.

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Como rastrear um celular roubado

O rastreamento depende dos recursos de localização que estavam configurados antes da ocorrência.

No Android, o Localizador permite consultar o dispositivo em um mapa. O serviço também oferece opções para proteger o aparelho e apagar os dados remotamente, conforme as condições do dispositivo.

No iPhone, o recurso Buscar permite consultar a localização pelo aplicativo ou pelo iCloud.com/find. A Apple orienta ativar o Modo Perdido para bloquear o aparelho.

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Se o mapa indicar um endereço desconhecido, não tente recuperar o aparelho sozinho. A própria Apple recomenda procurar as autoridades policiais quando o dispositivo roubado aparece em um local não reconhecido.

Use o Celular Seguro para bloquear acessos

O Celular Seguro, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, permite comunicar roubo, furto ou extravio pelo aplicativo ou pela versão web.

A ferramenta oferece opções de bloqueio para o aparelho, a linha telefônica e contas de instituições parceiras. O usuário escolhe o tipo de bloqueio disponível no momento do alerta.

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O programa também permite cadastrar uma pessoa de confiança. Essa pessoa pode emitir um alerta em nome do proprietário caso ele não consiga acessar o serviço após a ocorrência.

Uma diferença importante está no Modo Recuperação. Nessa opção, o IMEI permanece ativo. Assim, uma nova linha habilitada no aparelho pode gerar informação para as autoridades.

Proteja contas e informações pessoais

O bloqueio dos acessos financeiros também merece atenção. O Celular Seguro encaminha o alerta às instituições parceiras, que podem aplicar seus próprios procedimentos de segurança.

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No iPhone, o Modo Perdido suspende cartões de pagamento e outros serviços compatíveis. A Apple também recomenda não remover o aparelho do Buscar, pois isso pode desativar o Bloqueio de Ativação.

O proprietário deve acompanhar as orientações da operadora, dos bancos e das plataformas utilizadas. Esses canais podem solicitar confirmações adicionais para concluir bloqueios ou recuperar o acesso às contas.

O celular roubado também pode ser consultado posteriormente em bases oficiais. O Ministério da Justiça mantém uma consulta de aparelhos com restrição, que reúne informações sobre roubo, furto e extravio.

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Dessa forma, o registro da ocorrência, os dados de identificação e as ferramentas de localização formam etapas diferentes da proteção. Cada recurso tem uma função específica e pode ser utilizado conforme o sistema do aparelho e a situação registrada.