Seis armas desaparecem de batalhão da PM em São Paulo e caso é investigado pela Corregedoria

PM instaurou Inquérito Policial Militar para apurar o extravio; diligências tentam localizar o material e identificar eventuais responsabilidades

Fotografia de rua em plano médio mostrando a fachada e o portão de acesso de uma unidade da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP). O prédio é pintado nas cores cinza e preta com uma faixa horizontal vermelha central e traz o número 270 acima da entrada de grade preta. No muro à esquerda, destaca-se o brasão oficial da PMESP pintado em grandes dimensões. Ao fundo, observam-se árvores sob iluminação diurna

A polícia instaurou um Inquérito policial para apurar as circunstâncias - Reprodução/Google Street View

Seis armamentos pertencentes ao 27º Batalhão da Polícia Militar (27º BPM/M), na região de Vargem Grande, no extremo sul de São Paulo, foram extraviados. A informação foi confirmada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP).

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Segundo a pasta, a Polícia Militar instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar todas as circunstâncias relacionadas ao desaparecimento do material.

A Corregedoria da instituição também acompanha as investigações. Diligências estão em andamento para localizar os armamentos e apurar eventuais responsabilidades.

Caso sejam constatadas irregularidades, os envolvidos poderão responder nas esferas administrativa e criminal, segundo a SSP-SP.

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Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública não informou quais são os seis armamentos extraviados nem quando o desaparecimento foi constatado.

Armas desaparecidas em SP

O caso ocorre após outros episódios de desaparecimento de armamentos que estavam sob responsabilidade de órgãos de segurança ou das Forças Armadas no estado.

Em 2023, 22 armas, entre fuzis e metralhadoras, desapareceram do Arsenal de Guerra do Exército, em Barueri, na Grande São Paulo.

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Segundo as investigações, o armamento teria sido oferecido ao Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. Vinte armas foram recuperadas e duas nunca foram localizadas.

Em junho de 2026, o Superior Tribunal Militar manteve condenações relacionadas ao desvio. Nove pessoas, entre civis e militares, foram condenadas pelo caso.