Um lugar que parece ser destinado ao relaxamento, à diversão e à prática de atividade física, a piscina parece ser inofensiva, mas, não sendo tratada da maneira correta, pode trazer diversos riscos à saúde.
Na Zona Leste de São Paulo uma mulher morreu após uma aula de natação, por suspeita de intoxicação. Embora a causa da morte não esteja confirmada, investigadores apontam que os produtos químicos usados na água podem ter reagido causando a morte.
Fatores que podem acarretar intoxicação em piscinas
- O uso em excesso de produtos químicos
- A mistura de certos produtos de forma errada e sem dosagem
- O pH da água desregulado
- O elevado uso de cloro
Os maiores riscos são, muitas vezes, formados pelas reações de desinfetantes como o cloro, com algumas outras matérias(orgânicas e inorgânicas) que resultam na formação de subprodutos da desinfecção (DBPs).
A reação química acontece quando a pele, cabelo, suor, urina e produtos de higiene entram em contato com o cloro.
Segundo estudo publicado no International journal of hygiene and environmental health “ Trihalometanos (THMs), ácidos haloacéticos (HAAs) e haloacetaldeídos (HALs)” foram alguns dos principais subprodutos detectados nas piscinas analisadas no ano de 2017.
Os principais sintomas de intoxicação no corpo
- Falta de ar e ardência no nariz
- Irritação e coceira na pele
- Tontura e dor de cabeça
- Mal estar
- Olhos vermelhos e ardendo
O tratamento de forma não adequada da piscina, pode trazer problemas sérios de saúde no futuro, relacionados a intoxicação. A reação do cloro com tais matérias podem trazer doenças respiratórias, sensibilidade dos olhos e pele.
Em casos das piscinas fechadas, o acúmulo de gases é maior pelo fato da circulação do ar não ser rotativa, aumentando a inalação do mesmo.
Com isso, para que esse tipo de situação não aconteça, é importante que o tratamento das piscinas seja feito corretamente, respeitando o tempo de cada produto, e que seja realizada por um profissional especializado na área, garantindo a saúde e segurança de todos.



