Os 5 erros com protetor solar que acabam com a pele no verão

Dermatologista detalha hábitos que reduzem a eficácia da proteção e alerta para cuidados essenciais antes da mala de férias

Uso incorreto do protetor solar é um dos principais motivos de queimaduras durante viagens de verão

Uso incorreto do protetor solar é um dos principais motivos de queimaduras durante viagens de verão | BATCH | Unsplash

Se a mala já está sendo montada para as férias, biquíni separado, saída de praia pronta e até a maquiagem glow escolhida. Vale checar um ponto decisivo para não arruinar a viagem. O protetor solar está sendo usado do jeito certo?

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A convite da Helioderm Dermocosméticos, referência em proteção solar da Hertz Farmacêutica, a dermatologista Vanessa Perusso esclareceu ao portal Terra. Erros comuns que sabotam a proteção e podem transformar dias de descanso em ardência, vermelhidão e fotos arruinadas.

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“Aplicar protetor é ótimo, mas aplicar do jeito certo é o que realmente salva a pele”, reforça a especialista. 

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Muitas pessoas acreditam que o produto “não funciona”, quando, na prática, o problema está no modo de uso. Quem nunca queimou o peito do pé ou esqueceu de proteger a orelha?

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A seguir, os erros mais frequentes e como evitá-los no verão 2025:

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1. Passar só um pouquinho “porque já é suficiente”

A quantidade é determinante para o resultado. Segundo Vanessa, a medida ideal para o rosto é de três dedos cheios ou uma colher de café.

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Para o corpo, duas mãos cheias ou cerca de três colheres de sopa. Escolher FPS adequado e produtos de qualidade também faz parte da proteção.

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2. Não reaplicar ao longo do dia (mesmo sabendo que deveria)

Aplicar apenas pela manhã não resolve, especialmente em destinos com praia, piscina, sol forte e muita movimentação. “A cada três horas, é fundamental reaplicar”, orienta a dermatologista. 

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Depois de entrar no mar, suar ou ficar na piscina, é reaplicação garantida. Aerossóis ajudam na praticidade durante os passeios.

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3. Ignorar “cantinhos” que queimam fácil

Nuca, orelhas, mãos, pés, pescoço e couro cabeludo são frequentemente esquecidos e costumam arder muito quando queimam. Vanessa lembra: “A roupa também não protege tudo. Raios UVA e UVB passam por tecidos, inclusive por biquínis e maiôs.” Toda área exposta precisa de atenção.

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4. Guardar o protetor nos dias nublados

Mesmo com céu fechado, a radiação UV não deixa de atingir a pele. Protetor continua sendo item obrigatório, com FPS 50 ou 70 como boas opções para o dia a dia no verão.

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5. Misturar protetor com hidratante, sérum ou base

A praticidade pode virar problema. “Misturar produtos muda a textura e pode diminuir a eficácia da proteção”, explica Vanessa. 

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Cada produto deve ser aplicado em seu momento. Para agilizar, protetores multifuncionais, com cor ou hidratante na fórmula, são alternativas seguras.

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) reforça que até 80% da radiação UV atravessa nuvens e superfícies refletoras, como areia e água, aumentando a importância da reaplicação e da proteção adequada mesmo fora de dias ensolarados.

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**Texto com informações do portal Terra.