Cabo Verde: por que visitar o arquipélago na sua próxima viagem e se apaixonar por esse paraíso americano

Descubra Cabo Verde, o paraíso de águas cristalinas e cultura vibrante que dispensa visto e fica a apenas 4 horas do Brasil

Cabo Verde se torna destino procurado após mindial de futebol / Ingo Cayambe/Wikimedia Commons

Cabo Verde se torna destino procurado após mundial de futebol / Ingo Cayambe/Wikimedia CommonsCabo Verde se torna destino procurado após mindial de futebol / Ingo Cayambe/Wikimedia CommonsCabo Verde se torna destino procurado após mindial de futebol / Ingo Cayambe/Wikimedia Commons Ingo Cayambe/Wikimedia Commons

Após o sucesso da seleção de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, as pesquisas sobre o país cresceram cada vez mais. Sendo uma ilha localizada na costa africana, ela soma águas cristalinas, montanhas e boa gastronomia, além da cultura e influência do continente que dominam o arquipélago.

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Para chegar, saindo de São Paulo, é necessário realizar uma conexão em Lisboa. Porém, uma opção mais rápida é ir por Recife, que tem voos diretos da Cabo Verde Airlines que duram cerca de quatro horas. Além disso, brasileiros não precisam de visto para estadias no país, só é exigido um pré-cadastro online (pela plataforma EASE) e o pagamento de uma taxa aeroportuária, de cerca de R$ 177.

A cidade natal do goleiro Vozinha, São Vicente, é local de destaque no roteiro. A ilha abriga Mindelo, considerada a capital cultural do país, conta com ruas coloridas, mercados cheios de vida, bares com música ao vivo e praias de tons azul-turquesa. Muitos que visitam o local já pensam quando será a próxima visita.

Mindelo

Misturando construções coloniais, praias movimentadas, cafés e uma ampla cena cultural, Mindelo é um dos principais centros artísticos do país. A música está por toda parte, junto ao nome de Cerária Évoa. Artista da cidade, levou o gênero local, a morna, para o mundo e foi a primeira cabo-verdiana a conquistar um Grammy.

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Caminhando pelo centro para encontrar as tradicionais peixeiras, os balaios de palha cheios de produtos frescos e peixes recém-pescados chamam a atenção ao lado de frutas e legumes, que fazem parte da cultura da ilha. Já o Mercado Municipal, inaugurado na década de 1930, reúne produtos locais, ervas, artesanato e sabores típicos.

Natureza e litorais

Ao chegar na ilha, é compreensível o porquê as praias são protagonistas nos passeios dos visitantes. A Praia da Laginha se localiza a poucos minutos do centro de Mindelo e chama a atenção pela areia clara e os tons de azul que apresentam as águas. Este é um dos locais preferidos dos moradores para nadar, caminhar, ou simplesmente aproveitar.

Há 15 minutos é possível enontrar a Praia de São Pedro, conhecida pelos ventos fortes que atraem surfistas, ou mesmo para nadar com tartarugas marinhas, que são possíveis de ver graças a água cristalina da região. Para os amantes de paisagens panorâmicas, o Monte Verde entrega uma das visitas mais bonitas do arquipélago, com cerca de 750 metros de altitude, sendo possível observar montanhas, praias, a cidade e até o antigo vulcão Viana.

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Gastronomia

A gastronomia de Cabo Verde é uma fusão de influências africanas e portuguesas, moldada pela insularidade e pelo clima do arquipélago. O prato nacional por excelência é a cachupa, um cozido rico e reconfortante feito à base de milho e feijões, que ganha versões mais simples ou mais robustas, levando carnes, linguiça e vegetais.

Por ser um país cercado pelo Atlântico, os peixes e mariscos frescos têm um papel protagonista na mesa cabo-verdiana, destacando-se em pratos como o caldo de peixe, o arroz de marisco e os lagostins grelhados, quase sempre acompanhados por produtos locais como a mandioca, a batata-doce e a banana-pão.

Para além dos pratos principais, a doçaria e as bebidas tradicionais revelam alma do povo, conhecida como morabeza. É indispensável provar o queijo de cabra com doce de papaia e o pudim de cuscuz.

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Para acompanhar, a refeição muitas vezes termina com um café do Fogo, conhecido pelo seu aroma intenso e cultivo em solo vulcânico, ou com um cálice de grogue, a emblemática aguardente de cana-de-açúcar produzida de forma artesanal nas ilhas, servida pura ou misturada com mel e limão na popular ponche.