O Rock In Rio já foi palco de shows icônicos. Quando pensamos no festival, imediatamente vemos bandas como Queen, Guns And Roses, Paralamas do Sucesso, Yes, Cássia Eller, Foo Fighters…
Mas existem shows mais tímidos, pouco comentados e que reverberam o espaço aos quais eles pertencem, como é o caso da banda King Crimson, que encerrou as atividades do festival no palco Sunset, em 2019.
Considerados os reis da música progressiva, a banda comemorava 50 anos de estrada. Com álbuns emblemáticos como ‘In The Court Of Crimson King’, ‘Island’, ‘Discipline’ e ‘Red’, a banda chegava ao Brasil com certo alvoroço, já que era a primeira vez da banda liderada por Robert Fripp pisava em solo nacional.
Ao visualizar o palco, o frequentador poderia tomar um susto ao ver três baterias no mesmo palco, algo que a banda tirou de letra e, como sempre, primou pelo perfeccionismo e a execução milimétrica.
Apesar do público tímido no palco Sunset, o show foi apoteótico para os fãs da banda, que puderam ver uma formação de peso executando sucessos como ‘Epitaph’, ‘21st Century Schizoid Man’ e a épica ‘Red’.
O espetáculo contou com apenas 7 músicas, já que o progressivo tem como uma das marcas principais, o longo tempo de duração das faixas e polarizou o festival que havia prezado por um line mais voltado ao pop.
Nesta edição de 2026 não há nenhum nome do rock progressivo propriamente dito, mas contará com a presença do lendário Elton John, que já afirmou ser fã do grupo e até mesmo foi recusado por Robert Fripp em uma das seletivas da banda.
