Divisões políticas têm data para acabar, diz Márcio França

Nesta segunda (15), o governador de São Paulo voltou a pregar pela união política e disse que as divisões políticas vão acabar após as eleições Por Folhapress De São Paulo

Na saída da cerimônia de aniversário de 48 anos da Rota, nesta segunda-feira (15), o governador Márcio França (PSB) voltou a pregar pela união política e disse que as divisões políticas vão acabar após as eleições.

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Ele afirmou que em 1º de janeiro os eleitos deverão governar para todos os brasileiros.

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“Todo mundo está cansado dessa guerra. São Paulo tem que ser maior que essa guerra. A partir de São Paulo, vamos reunificar o Brasil”, disse o governador.

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“Não da pra ter país provocando briga desnecessária porque sinceramente a maioria do povo nem tem partido”, completou.

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Para o governador, “houve uma degringolada da própria política” e partidos tradicionais, como PT, MDB e PSDB, não assumiram seus erros. A falta de autocrítica, disse, levou a uma revolta do eleitor.

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Apoiado pelo senador eleito Major Olímpio (PSL), coordenador de campanha de Jair Bolsonaro (PSL) em São Paulo, França comentou a neutralidade do presidenciável que, no fim de semana, desejou sorte a João Doria por ele se posicionar como o nome antipetista na corrida estadual.

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“Bolsonaro tem todo o direito de fazer como bem entender. Ele é que tá na frente”, disse o governador.

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França afirmou que a aproximação de Doria com Bolsonaro é por conveniência e disse que, caso o ex-presidente Lula (PT) saísse da prisão, em Curitiba, o tucano iria apoiá-lo.

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“O resultado vai ser drástico. Ele [Doria] terá uma punição, não é minha, é do povo”, afirmou.

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O governador discursou defendendo a Polícia Militar – desde quando assumiu o Bandeirantes, em abril, ele tem feito afagos na corporação, homenageando policiais e comparecendo a enterros dos que morreram em serviço.

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O pessebista também tem prometido aumento salarial para a polícia, caso seja reeleito.

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“Todo mundo da PM reconhece o esforço que fiz de prestigiar a tropa. A gente não tinha condição de mexer em salário [por conta do calendário eleitoral], mas o salário não é o mais importante”, afirmou.