INSS faz pente-fino em benefícios em 2026: veja quem pode ser convocado e quem está livre da perícia periódica

Saiba quais situações permitem dispensa da avaliação médica e o que apresentar caso receba uma convocação

A revisão pode analisar se o segurado ainda atende aos critérios exigidos para manter o pagamento. Foto: Arquivo/Agência Brasil

O INSS mantém a revisão de benefícios por incapacidade em 2026 para conferir se os pagamentos continuam dentro das regras. O procedimento ocorre por convocação e pode envolver análise de documentos ou perícia médica, conforme o tipo de benefício e a situação do segurado.

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Quem pode passar pelo pente-fino do INSS

A revisão alcança principalmente quem recebe benefícios relacionados à incapacidade para o trabalho. Entre eles estão o auxílio por incapacidade temporária e a aposentadoria por incapacidade permanente.

No caso do auxílio por incapacidade temporária, o segurado precisa comprovar que continua sem condições de exercer sua atividade. A avaliação pode considerar exames, laudos e outros documentos médicos apresentados pelo beneficiário.

A análise pode manter o pagamento, encerrar o benefício ou indicar outro procedimento previsto nas regras. Por isso, uma convocação não significa, por si só, que o benefício será cancelado.

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Quem não precisa passar pela perícia periódica

A legislação prevê situações em que o segurado fica dispensado da avaliação médica periódica. Uma delas vale para quem atingiu 60 anos de idade.

Também há dispensa para quem tem 55 anos ou mais e acumula pelo menos 15 anos desde a concessão da aposentadoria por incapacidade permanente ou do auxílio por incapacidade temporária que a antecedeu.

A regra também mudou com a Lei nº 15.157/2025. O texto passou a prever dispensa para segurados com HIV/aids, Alzheimer, Parkinson e esclerose lateral amiotrófica.

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A norma ainda prevê dispensa quando a incapacidade for permanente, irreversível ou irrecuperável, salvo situações previstas em lei, como suspeita fundamentada de fraude ou erro.

Convocação exige atenção do segurado

Quem receber uma convocação do INSS deve observar o prazo indicado pelo instituto. A falta de atendimento pode levar à suspensão do pagamento, conforme as orientações oficiais para a perícia de revisão.

Para a avaliação, o segurado deve apresentar documento de identificação com foto, CPF e documentos médicos relacionados à condição que motivou o benefício. Laudos, exames, receitas e relatórios podem ajudar na análise da situação atual.

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O INSS também orienta os beneficiários a manter os dados cadastrais atualizados. Endereço e outros contatos corretos facilitam o recebimento de comunicações sobre eventuais convocações.

Revisão não significa corte automático

O pente-fino serve para verificar se os requisitos do benefício continuam presentes. No caso dos pagamentos por incapacidade, a perícia avalia a condição do segurado e sua relação com a capacidade para o trabalho.

Por isso, quem recebe uma convocação deve apresentar informações atualizadas sobre sua situação. O resultado depende da análise realizada pelo instituto e das regras aplicáveis a cada benefício.

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Assim, ficar fora da perícia periódica não significa que o benefício nunca poderá ser analisado novamente. As próprias regras estabelecem situações específicas em que uma nova avaliação pode ocorrer.

Para acompanhar eventuais pedidos, convocações ou pendências, o segurado pode consultar o Meu INSS e os canais oficiais da Previdência. Manter os documentos organizados e verificar as comunicações ajuda a evitar a perda de prazos.